quarta-feira, 5 de abril de 2023

 

TRISTEZA QUE DÓI!

 

Hoje Duda se vê numa situação bastante familiar acontecimento com um amigo muito querido, o processo de crescimento e abandonar a casca foi vivido por Duda diversas vezes.

Mas nada se pode fazer além de ser presente, para ouvir e dar um ombro amigo pra chorar, xingar ser presente: rir do cotidiano, e fazer desta jornada tão pesada mais leve, porque estarão dividindo a carga.

Pode ser estranho, mas quando se reinventa solitariamente e o que mais deseja é ser vista e enxergada como alguém frágil e vulnerável, hoje o Sr. Café e Duda puderam ajudar alguém com tanta coisa que fora vivido por eles.

E Duda se lembrou quando decidiu que sempre seria foda (a melhor) esse amigo a declara como mulher foda!

Que nada lhe segura!

Quanta vez Duda saiu da casca?

Quantas cascas ela abandonou?

Sr. Mestre sempre diz que gosta de falar com ela porque ela reflete no que se conversa e reinventar-se ou corrigir seus erros e falhas não é algo que incomoda nossa heroína e sim, um hábito valioso que ela sempre se aprimora

Os poucos seres que admiram Duda será que o fazem pela sua coragem e ousadia, estes sabem qão caro é para ela. Hj quando Duda vê alguém tentando sair da sua zona de conforto e tornar uma pessoa melhor ela se alegra sabe que não é fácil, o movimento de eclodir da casca dói muito.

Mas será tão reconfortante depois, porém sabemos que serem rasos e insensíveis não consegue dar conforto emocional e nem suportam o sucesso do outro, isso tem sido uma meta de vida de Duda expulsar da sua presença pessoas que não lhe agregam nada – as famosas pessoas rasas –

Podem dizer que ela tem sido prepotente ou arrogante, mas explicar o óbvio e ficar com quem não tem agregado a sua vida e tudo que ela conquista tem sido colocado pra baixo e menosprezado, só demonstra o quanto não verdadeiramente se importam com ela

Você leitor se viu em situação semelhante?

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Quem sabe... Não vire um conto

Ate à próxima

 

 

 

 

quinta-feira, 9 de março de 2023

 

CADÊ SEUS AMIGOS AGORA?

 

Maria Eduarda tem um estranho-próximo que conforme foi crescendo seus mundos foi se desencontrando por mais que DUDA quisesse se aproximar percebeu que tinha que fazer uma escolha: ou agradar ao que os outros esperam dela ou ser ela mesma.

Bom, essa escolha foi difícil por ter um afeto verdadeiro e genuíno por este ser. Mas sabemos que a vida tem escolhas e que colhemos somente o que plantamos ninguém pode se responsabilizar eternamente pelo outro.

O Sr. Café tentou alertar a nossa heroína que está escolha estava feita quando o sujeito sempre preferiu a coisas passageiras a   as eternas, e que focava em comprar pessoas e conviver parecendo ser quem não podia. Cultura não era seu foco, e, portanto cuidar de si mesmo também nunca foi sua prioridade, não tem popularidade sendo vaidoso, não é melhor seguir a moda predeterminada, mesmo que custem seus valores e princípios mais caros.

Porém todos envelhecem e a conta vem.

Cadê a galera que você saia e que nunca convidou Duda pra ir consigo?

Não achas estranho que seus amigos não estão contigo num momento complicado?

Que amigos são estes?

Será que viver de forma estranha, mas intensa e verdadeira como Duda seja tão errada?

Ela sempre tem consigo: Sr. Café, Sr. Tempo, novo integrante ( Seu filho – como licença poética – mingau), sua fiel escudeira Pokepepe (Penélope charmosa – cachorra), e amigos que a vida lhe trás.

Sr. Livro, por exemplo, voltou à vida de Duda depois de tanto tempo, mas respeita seu conhecimento e mesmo fisicamente distante é mais próximo dela do que este estranho-próximo que no momento passa por uma situação complicada.

Ele muito foi poupado por seus pais, não quer dizer que a culpa seja dos pais,  pais também erram querendo acertar, mas como um homem de mais de 40 anos não entende que é viver têm limitações e toda uma complexidade de atos que ser é bem mais valioso do que ter.

Quando isso se torna uma questão de saúde, quem garante que ele vai escolher em favor da vida?

Porque não viver intensamente mais permanecer do mesmo jeito?

Quando o Sr. Livro esteve numa questão complicada chamada ansiedade ele buscou tudo..., já nosso estranho próximo está com diabetes adquirida e colesterol, ambos foram alertados no início porque um consegue ir à busca de mudança e outro não.

Porque um ainda tem amigos e outro não?

Porque o Sr estranho – próximo querendo ser tão popular tornou-se esquecido?

Sr. Café que não é muito misericordioso estando consternado sabe que a vida já está penalizada quem não soube escolher, mesmo ele sabendo que Duda havia alertado Sr. Estranho – próximo sobre o que poderia ter de conseqüência de seus comportamentos e ações este fez pouco caso, afinal  era a estranha e nerd da Duda falando e pra ele, a famosa “doidinha”.

Nossa como a vida é, pois a “doidinha” anda saudável e mesmo com muita torcida contraria ela parece uma velha adolescente segundo o seu filho (mingau),  já faz tempo que quando estão perto um do outro às pessoas alheias aos dois acreditam que o Sr etranho  – próximo é mais velho que ela, sendo na verdade é o contrario.

Bom, ficamos tristes e pesarosos, não podemos fazer nada, agora cada um tem q ser responsável por sua vida e viver ela de forma ímpar e genuína sem fazer mal a si nem ao outro.

 

 

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

podridão humana

Se fosse preciso eleger um sentimento podre, um sentimento pior que todos os sentimentos negativos, diria eu com muita cautela que a inveja é este sentimento tão inconveniente, pois pode destruir as relações interpessoais mais preciosas. Como diz o ditado popular: “a inveja mata!” A inveja mata o carinho/ amor de um individuo pelo outro, amizades são minadas por um sentimento mesquinho e quando refletimos sobre desejar ou almejar algum objetivo de fundamental importância, deveu ter ciência que há pessoas que atropelando o que estiver no seu caminho atrapalhando que alcance seu objetivo, muitas vezes chegando a passar por cima de tudo e todos e começam a agir de forma inadequada e inconseqüente, ou seja, faz o que se julga necessário para alcançar o seu objetivo sem se preocupar com o seu semelhante. O curioso é que o “habito” de agir inescrupulosamente afeta ate quem amamos, pois o respeito pelo próximo torna-se algo praticamente inexistente. Muitas vezes por termos um grande carinho por determinadas pessoas não enxergamos certas atitudes inescrupulosas e o caráter questionável da mesma. Não justifica, mas compreende-se o fato do individuo tentar evitar que seu ente querido e amado esteja trilhando um caminho inadequado. Sabemos que alguns entes queridos, são tão queridos que chegasse valer à pena sacrificar-se pela pessoa de sua estima, ou seja, passando por cima de certas atitudes e esquecendo certas ações inadequadas e inconseqüentes. (fingindo que nada foi visto ou ouvido). Pessoas que não agem com respeito além de ser uma atitude imatura é também uma atitude idiota, pois ignora o nível de tolerância do outro. A maturidade nos mostra que jamais devemos subestimar a pessoa que esta ao nosso lado, por mais que se creia conhecer determinada pessoa, como sabemos o individuo vive em eterna mudança, ou seja, você pensa conhecer o outro, no entanto talvez seu ente querido e amado lhe surpreenda, pois este seu familiar pode começar a agir de forma diferente repentinamente. Justificaria completamente o fato de estar saturada de tanto tolera o outro a “pisar na bola”.

o que esta acontecendo com nossa querida MARIA EDUARDA ?

DECEPÇÃO TEM CURA? O Sr.café está desacreditado, pois nossa heroína ainda esta abalada por que acreditou demais nos que ama, e que a cercam. Olha que o nosso querido Sr.café fez de tudo para tentar ver Maria Eduarda sorrir de novo. Sr. Café está com saudades do sorriso de Duda que é tão contagiante e tem uma beleza única. Mas o que será que está acontecendo com nossa querida Duda que sempre foi forte, audaciosa, corajosa, destemida, entre outras qualidades especiais que Duda possui. A vontade que Sr. Café tem de dar um corretivo (socar) em quem causou tamanho desgosto em Duda, por que vocês não imaginam como é frustrante ver uma pessoa tão ativa e alegre, agora fica mergulhada em sua dor (decepção) com os olhos inchados e pequeninos de tanto ter chorado. Mas com o orgulho que nossa personagem tem lógico que ela não admite que seu coração esteja quebrado e que anda chorando pelos cantos. Será que não assume sua fraqueza por orgulho ou por que de nada adiantaria? Olha que o Sr. Café sempre foi um ótimo consolo para Duda, mas agora a tristeza de Duda está sendo transmitida para nosso Sr. Café por que eles que sempre foram tão unidos e íntimos, Sr café se observa impotente perante a dor de sua amiga, sabendo que nada pode fazer a não ser oferecer seu colo, ombro amigo. Será que Duda voltará a sorrir? Onde está àquela mulher ousada, que intimidava aos outros, hoje está tão fragilizada que um objeto de porcelana parece ser mais resistente que nossa querida heroína. Quem partiu o coração grandioso de Duda, merece ser castigado. Qual a punição ideal para este ser abominável que fez nossa querida Duda chorar? O que será de Duda? Será que supera esta fase? O que podemos fazer para ajudá-La? Como oferecer apoio para alguém que se isolou atrás da muralha da china, nossa heroína sempre nos deu tanta alegria, como retribuir tantos momentos surreais vividos e relatados pela nossa querida amiga que hoje sofre com uma decepção que tem um preço muito caro – a perda do seu sorriso contagiante e belo. Sendo este momento de dor e reflexão de Duda vamos aguardar e apoiar as decisões tomadas por Maria Eduarda. Afinal ela sabe que pode contar com o Sr. Café e espero que ele não se abata tanto por ver sua menina dos olhos sofrendo. Faz-se imprescindível lembrar que após momentos de reflexão e dor obtemos mudanças, para que venha a bonança é necessária a tempestade.
CARTA – VOCÊ FAZ FALTA




Oi meu lindo,



Sinto falta de ter alguém pra voltar, para quem direcionar meus pensamentos quando o ócio vier. Sei que minha forma de conduzir a vida parece muito não ortodoxa, mas isso não significa que eu seja mortal e que não sinta a solidão como a maioria das pessoas sente.

Mesmo porque sentir e demonstrar são duas coisas diferentes. Ando a vossa espera com a esperança que você me faça amar novamente e que este seja eterno. Tendo meus medos dos relacionamentos fracassados e doloridos que tive até então.

Ainda não entendo porque não aparece, e porque encontrá-lo é tão complexo, tenho me sentido tão só e sei que tua presença faria toda diferença, seus ombros como porto seguro é tudo que meu ser neste momento precisa.

Venha logo!
AS PALAVRAS SE FORAM Entre tantas qualidades e formas de agir de Duda uma de suas características marcantes sempre fora sua eloqüência e oratória. Mas hoje mais uma vez a vida lhe deu uma rasteira, só que está lhe dói no fundo da alma. Seu incansável e árduo trabalho e labuta diária em seus afazeres profissionais sempre vêem acompanhados de dilemas familiares e com “amigos” que tem uma enorme dificuldade de aceitar e amar Maria Eduarda como é. Mas hoje o silêncio impera e as palavras sempre tão meigas e companheiras de Duda , lhe abandonaram ... Essa decepção talvez não tenha cura ... ou o Sr. |Tempo irá entrar em ação ?
TUDO NASCEU DE UMA LINDA AMIZADE Parece conto de fadas, uma história linda e com um toque de sofisticação, uma jovem donzela que vivia desolada por que tinha hábitos e manias pouco aceitas na sociedade que vivia. Uma noite, quando observava o luar, um hábito muito questionado mas que lhe trazia paz e tranqüilidade, se aproximou dela um belo rapaz, com cabelos longos e muito garboso que abordou a jovem donzela perguntando se poderia sentar-se próximo dela pois o lugar onde estava era muito propicio para a observação da lua e do chafariz que logo começaria a funcionar. A nossa donzela não viu problema e continuou a contemplar a lua e o cavalheiro admirava a donzela pois ela sorria ao olhar para lua como se estivesse sendo possuída por um homem. Sua face transmitia uma satisfação única, que a cada momento encantava mais o nosso cavalheiro, ele desejava saber o que a donzela pensava e por que tanta satisfação com uma contemplação. O cavalheiro se direcionava a este local antes de uma tarefa difícil e pra poder resolver seus dilemas e neste dia ficou atormentado com a donzela e sua sutileza. Durante a noite o cavaleiro não conseguia dormir tamanha a sua curiosidade e ansiedade pra saber quem era esta donzela e se ela já tinha compromisso com alguém. Depois ainda refletia como ver ela de novo, um problema. Mas o destino faz o seu trabalho direitinho, o Sr. tempo sabe muito bem o que faz, com quem e como, tudo é muito bem planejado e arquitetado por ele. O que seria do cavalheiro sem a astucia do Sr. tempo. Esta donzela vocês já conhecem, Maria Eduarda nossa querida heroína que tanto já sofreu por amor e pela falta dele. Será que este será o verdadeiro e grande amor de Duda? Saberemos nos próximos textos de acordo com a bondade do Sr. tempo de fazer estas duas almas se cruzarem de novo, será que terão o luar como convidado de novo? Tenha paciência – diz o Sr. café mas ansioso que ele e mais do que ele vocês não querer ver Duda feliz e realizada com quem a mereça.

sexta-feira, 4 de março de 2016



A REVELAÇÃO QUE FAZ TUDO COMEÇAR DE NOVO ...

Outro dia um amigo virtual de Maria Eduarda lhe disse algo que lhe deixou pensativa, que ela fazia muita coisa, cuidava do filho, suas tarefas do trabalho e ainda a dinâmica familiar que a consumia muito.
No final da conversa disse: “você só pode ter super poderes!”, ou é uma vampira, ou uma mulher robô-policial, mas você não é mesmo igual às outras mulheres. Ela ficou pensativa e até diríamos que irritada, pois o s.r. Café tinha certeza que ela temia se o seu segredo está vez fora descoberto.
Mas como uma pessoa que nunca a vira pessoalmente, apenas admira sua beleza física e seu trabalho juntamente com a dedicação que ela sempre demonstrou. Questionamento que fica latente: será que Duda é uma heroína? Qual sua habilidade extraordinária?



quinta-feira, 3 de março de 2016



RAÍZES LUZITANAS QUE ECOAM EM SEU CORAÇÃO


Maria Eduarda nunca entendeu porque certas situações muito típicas dos nossos patrícios sempre fizeram o eu dela balançar. O s.r. Café já tinha cantado um fado explicando enquanto degustava um delicioso pastel de Belém.
Mas Duda relutou, porém recentemente conversando com sua avó paterna descobrirá que o seu bisavô veio da famosa Ilha da Madeira para ser artista aqui no Brasil. Só conseguiu ser barbeiro, mas foi alguém que deixou muito mais que imaginou...
Deixou a possibilidade de dupla cidadania de Maria Eduarda e seus familiares, o que facilitaria muito uma possível viagem ao exterior, Duda sempre fora devota de nossa senhora de Fátima e como num outro momento seus pais foram até Lisboa a trabalho e deram uma rápida visita ao santuário de Fátima.
Duda com o tempo permaneceu desejando conhecer o santuário lusitano e porque não a famosa e tradicional ilha da madeira que foi a cidade natal de seu bisavô. Porque não a universidade de Coimbra. Podendo aproveitar e estender por outros lugares da Europa que Duda tem seu desejo secreto de conhecer... Mas era uma viagem não turística, mas de aprendizado de si mesma e de suas raízes e realizando seus sonhos mais secretos... Claro todos ligados ao conhecimento formal e que este fosse feito junto de seu amado filho e seu companheiro de toda vida... S.r. Café
Mas o grande desejo e curiosidade era descobrir se Duda era mais portuguesa ou mais italiana (lado materno)? Qual raiz é mais forte na sua personalidade?
Afinal mesmo tendo nascido no Brasil Duda nunca se encaixou quanto aos hábitos e valores da população de seu país, será que o lado da mama fala mais forte?  Ou o lado dos patrícios?

Melhor uma boa macarronada com molho pesto ou um bom bacalhau com batatas e um caldo verde pra esquentar?



terça-feira, 1 de março de 2016



O AMOR SEPARADO POR UM OCEANO


Maria Eduarda recebeu uma solicitação numa rede social de amizade, mas foi numa época que ela havia mudado a foto dela do perfil, então ela estava mais aberta ao novo que poderia surgir.
Mas quando ela menos esperou talvez a oportunidade de amar verdadeiramente como jamais tenha acontecido, e ser amada de forma intensa com um amor que supre suas pequenas e grandes expectativas para com um amor, e o portador deste amor tenha uma compreensão singular.
Recentemente o candidato ao verdadeiro amor de Duda pediu o telefone dela e ligou em questão de segundos, mas ela não conseguiu ouvi-lo sem se emocionar, o s.r. Café a sacudiu, porque Duda tão tagarela ficou muda quando atendeu o celular. Tudo porque este cavaleiro é tão galanteador, que no início Duda evitou se envolver e conforme ele dizia o quanto ela era bela e que ela é a mulher que possui características que ele sempre buscou em uma mulher.
Porém nem tudo são flores, primeiro ele morou há dois anos na cidade próxima da que Duda hoje reside, já atualmente ele mora na Europa, no seu país de origem. Os pombinhos são separados pelo oceano, além de ele ter um relacionamento mal acabado que deixa Maria Eduarda desconfiada.
Mas quando ela ouviu o sotaque que ela tanto gosta, e ele espontaneamente disse que desejava cuidar dela e do filho dela... O coração dela quase saiu pela boca... Seu corpo ficou todo arrepiado... Ai veio o choque de realidade...
O amor deste “Romeu e Julieta” é um amor salgado, porque as oportunidades parecem que não favorecem aos candidatos ao amor verdadeiro. Pois ele sempre fica temeroso se ela também o deseja como ela tornou se tímida e discreta, o s.r. café entrou na jogada e foi conversar com ela que ela não perde nada em se abri um pouco... Para quem liga pra ela somente para ouvir a voz dela e ela a dele, tendo o oceano como intermediário desta ligação.
Ele diz a Duda que deseja que ela seja a donzela dele, e onde já se viu diz ela ao s.r. Café quem teve relacionamentos nada muito afetivos... Onde ela só recebe flores de seu pai e filho, em toda sua vida quase quatro décadas só comemorou 2x o dia dos namorados, e na atualidade ela tem que celebrar o dia que não tem sentido a ela ao lado do seu pai, mãe e filho, sente se tão humilhada e deprimida. Ou a recente e pior ela ganhou flores no dia de aniversario de namoro dos pais dela, sentimentos sentidos Duda nega revelar, inclusive ao s.r. Café.
Quanto ao cavaleiro que quer transforma lá em uma duquesa, tudo anda em um processo e ela hoje chorou ao falar com ele por querer ter ele junto dela. Acho que a dureza de Maria Eduarda esta sendo derretida pela afetividade de seu filho e deste cavalheiro que faz tanto por alguém que viu uma foto e achou bela?
Como tudo se resolverá? Será que o casal terá oportunidade de se conhecer pessoalmente e ver se todas estas emoções se mantêm? O oceano vai colaborar... Tornando-se doce como é o amor? Ou o amor trará o cavalheiro até sua duquesa?




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016



PRIORIDADES SENDO REVISTAS

Maria Eduarda durante o processo de gestação segundo seu relato e do s.r. Café foi o momento de mais ansiedade que ela já vivenciou. Bom, ela começou revendo sua forma de vestir, como iria vestir se após der a luz. Como se portar... Quais locais frequentar e quais não mais frequentar, hábitos que ela desejava incentivar em seu filho.
Inicialmente parece ser questionamentos tolos e banais, mas por outro lado tem uma motivação mais ampla do que parece, são conteúdos onde Duda como mãe busca embasamento para educar seu filho com coerência, procurando errar o mínimo entre sua fala e suas atitudes. Estas devem andar juntas, pra que com a vivência pura e simplesmente está possa ser o argumento não dito sobre a necessidade de viver a verdade.
Isso gera uma confiança devastadora, porque além do que se diz ser o que se vive. Temos ganhado como agir de forma correta e adequada ser a melhor ação a ser tomada.
 Mas como foi difícil deixar o cachimbo, charuto, os saltos altos, as minissaias, roupas ousadas. Mas agora tudo precisa ser pratico fácil e que passe uma imagem respeitosa de uma mulher madura que tem um herdeiro.
Porém Duda se questionou como dizer não fume se ela fizesse uso do tabaco na sua forma mais pura. Mas ela sabia das possíveis consequências... Como diz o ditado melhor prevenir que remediar.
 Se isso não é direcionar seus valores... Não sei o que é...

“... palavras conquistam, mas exemplos arrastam...”.


MEU PEQUENO GIGANTE


Maria Eduarda sempre sonhara em vivenciar a maternidade de forma plena, mas como tudo com ela as coisas acontecem e acontecem de forma singular. Mas ela foi presenteada com o dom da maternidade que sempre se apresentava dentro dela de forma tão latente e singular.
Que ela aproveitava o que podia na convivência com crianças, como dizia o s.r. Café: Duda vivia de migalhas quanto ao convívio infantil, até ser presenteada com seu anjinho. Essa dupla é única um tem muito do outro e eles se entendem no olhar, ou num dialeto próprio. Eles vivem um mundo deles onde não há outros seres que penetram neste universo exceto o s.r. Café que é parte do mundo deles, e quem recebe por eles uma permissão exclusiva de temporariamente adentrar neste universo mágico e fantástico.
Afinal não é qualquer pessoa que consegue dar conta de lidar com os conteúdos apresentados por ambos, o s.r. Café já acostumado com Duda por tabela também sabe lidar com os hábitos e manias de seu pequerrucho.
O curioso é que este mundo magico que Duda sempre apresentou ao filho nunca foi para engana ló, mas sim para transformar o real em algo mais atrativo e delicioso. Uma forma, ou melhor, uma oportunidade de fazer uma criança ver o mundo que é branco e preto, sendo colorido da forma que desejar sem certo e nem errado.
Com a árvore de caule roxo e folhas azuis, como o chapeleiro louco da Alice no país das maravilhas, ver a realidade da melhor forma para que não haja dor psíquica e muito menos angustia e tristeza, para que a alegria seja o sentimento que prevaleça no coração de quem consiga viver a espontaneidade nos dias de hoje onde o que nos é oportuno é ser igual ao que esperam de nos.
Então Duda e seu pequerrucho juntamente com s.r. Café são extraterrestres que vivem neste mundo para infernizar as pessoas “normais” porque mesmo saindo do padrão, alias porque saem do padrão conseguem ser livres e por isso são felizes.
Difícil pra um adulto administrar estes sentimentos não compreendidos como Maria Eduarda ensina seu filho a lidar de forma saudável com os mesmos, procurando sofrer o mínimo possível. Afinal são sentimentos de grande complexidade pra uma criança lidar que ainda está na primeira infância.
Será que a oportunidade é colocá-lo na escola? E deixar este universo de lado, afinal ele tem que amadurecer. Que difícil deve ser pra Duda... O s.r. Café vendo sua querida protegida sofrendo e seu pequerrucho imagina o quanto não fica inconformado.

Todos deveriam ter experiências boas e ruins, mas o alicerce recheado de amor e carinho tudo supera...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016


A VIDA DE PONTA CABEÇA

Maria Eduarda sempre teve uma vida agitada e muito recheada de compromissos sociais, hoje ela vive uma vida talvez mais agitada, porém os compromissos não são de ordem profissional nem social e sim, da maternidade que lhe foi presenteada e junto deste presente veio muitas responsabilidades e obrigações.
O Sr.Café ainda lhe faz companhia nos momentos onde o refrigério lhe é permitido, ela é uma mãe zelosa e por isso acarreta muitas obrigações além do fato que educar não é fácil, é um trabalho constante e árduo.
Neste momento o Sr. Café está dividido porque vê o dilema escolar que Duda sofre e sofreu até decidir colocar sua prole no sistema educacional. Mas a dificuldade desta separação por parte de quem foi gerado também faz o coração do Sr.ª Café chorar de compaixão.
Duda sempre foi uma mãe que além de suas atribuições naturais procurou estimular ao máximo quem veio de seu ventre. O que gerou certo dilema, pois este está, quanto a conteúdo, na frente das crianças que estão na sua faixa etária o que faz com que exista outro problema, porque a escola será legal e atrativa se tudo isto já sei e faço frequentemente em casa com minha mãe junto das minhas coisas e brinquedos.
Mas no processo de adaptação Duda tem se mantido muito imparcial mesmo que tendo o seu intimo rasgado por dentro ao ver seu rebento chorar e chama lá. O processo de socialização é fundamental pra o desenvolvimento infantil, mesmo que depois esta se torne por conta própria seletiva e criteriosa em relação aos seus afetos.
Tinha sido prometido que caso o rebento de Duda ficasse o período todo e não fosse necessário ir busca ló antes, que suas quatro cadelinhas iriam busca ló, que grande aventura, tudo pra que esta linda relação mãe – filho não seja trincada pela não verdade. Duda sempre diz a verdade de forma que seu rebento possa compreender.
Que alegria poder levar o que fora prometido, porque fora alcançado a meta de permanecer o período todo, longe de Duda, mas o Sr.Café nos confessou agora Duda começa a sentir a dor da separação... Ela mesma estranhou não ter manifestado grandes emoções nesta fase.
Uma hora a dor iria se manifestar, eles que sempre foram tão unidos e juntos tem uma parceria sem igual como não sentir esta drástica separação.

Mas o Sr. Café vai acalentar o coração desta dupla perfeita criada um pro outro...

Vejam novidades ...

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Adoraria ir e conferir de perto ... E ter os livros fisicos com cheiro delicioso de livro novo nas mãos aproveitem !!!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015



MARIA EDUARDA “GO BACK”!

Estivemos longe, mas acreditem no coração estava inquieto porque o silencio foi necessário, mas a companhia dos leitores nos fez falta. Mas todo têm momentos que o silencio é fundamental pra compreender as novas situações que a vida nos apresentava.
Mas a vida trouxe nova papeis sociais pra Duda, atualmente Duda vive intensamente a maternidade que lhe foi presenteada, e hoje ela se ocupa com os cuidados e com a educação de seu rebento, tendo abandonado sua carreira em prol do bem estar de seu filho quando ficou grávida.
Seu projeto inicial ainda está em vigor é que ela retorne ao mercado de trabalho juntamente quando seu filho for frequentar a pré-escola, hoje conhecido como ensino infantil.
Bom, não preciso revelar que o Sr. Café vivia dizendo pra Duda voltar a trocar experiências com vocês.
Bom fim de semana!



terça-feira, 22 de novembro de 2011


DUDA E SEU DEDO DE FADA



Maria Eduarda hoje ainda continua com seu dedo podre que recentemente foi nomeado por um mais novo amigo como dedo de fada, outrora ele a conhecera a distância e a casualidade fez com que eles se aproximassem.

E um dia num destes encontros que os amigos fazem para que a amizade seja cultivada, Duda obteve vários ganhos, neste dia ela estava aborrecida com o fracasso novamente de sua vida amorosa (o que ela sempre denominou como dedo podre), mas em um momento de desabafo acabou dizendo como ficava inconformada que os homens que passaram em sua vida sempre se tornavam pessoas melhores e a marcavam, na maioria das vezes de forma bizarra e ou negativa.

Então este amigo disse, o que o Sr.ª Café sempre diz: para que ela parasse de sofrer por quem não era digno de nem um centésimo de lagrima dela, e que então ela não tivesse o dedo podre, mas sim o dedo de fada.

Por magicamente, ou melhor, afetuosamente transformar pedras brutas em diamantes, e reconhecer estas pedras preciosas em um arsenal de outras beldades. Mas sabendo dar o devido valor ao que sempre teve este amigo sentiu como isso naquele momento perturbava Duda e até o Sr.ª Café que sempre fora tão racional e realista estava contaminado com tanta indignação e injustiça por Duda sempre se dedicar e zelar por seus afetos e nunca ter nem uma decima parte do que lhe fora merecido.

Voltando aos outros ganhos racionais que Duda obtivera naquele bate – papo informal, muitas das certezas que ela tinha sobre relacionamentos e afetos foram balançados e hoje estão sendo questionados e empiricamente testados.

Um destes ganhos fora a certeza que Duda estava apostando seu afeto em quem não desejava e que estava acomodado, tendo já feito sua escolha: servir aos seus familiares e não viver intensamente sua própria vida. O que já contradiz totalmente o desejo e pensamento de Maria Eduarda sobre o que quer e deseja.

Curiosamente parece que o ressurgimento deste gnomo do bem fez Maria Eduarda e até o Sr.ª Café reavaliarem sua forma de visualizarem e avaliarem os acontecimentos da vida de Duda. Parece que de tanto passionalmente o Sr.ª Café estar apoiando Maria Eduarda ele também perdera parte de sua lucidez, sua dedicação incondicional a sua amada heroína fez com que seus olhos ficassem vendados e lhe impedissem ver a realidade como ela verdadeiramente se apresenta e não apenas como Duda enxerga.

Hoje temos uma situação inusitada e magicamente curiosa, Duda vive um tormento ou não, mas parece que o mundo não lhe afeta, sim ela tem seus momentos de mortalidade, mas sua divindade reaparece como os semideuses gregos que vivem ora no Olimpo, ora na Terra.

Ousamos dizer que Duda nada mais é que uma belíssima fada que veio até nós mortais para trazer boas vibrações e vivenciar momentos únicos e memoráveis. Esta fada também têm suas necessidades e desejos que não são encobertos por sua origem fantástica e nem por sua capacidade magica de transformar a realidade.

Por conta de sua peculiaridade Duda deseja e espera conquistar suas metas e objetivos de vida por si traçados sem fazer uso de nada que faça com que suas conquistas não sejam honrosas e leais.

Vendo tudo isso ocorrer só posso dizer:  EU ACREDITO EM FADA !




quinta-feira, 28 de julho de 2011

CASA DE TOLERÃNCIA...



Maria Eduarda e seu “dedo podre” atacaram novamente até que este relacionamento durou mais do que o normal. Mas ela sofreu pra que a duração fosse maior do que o habitual, somente ela e o Sr. Café sabem disto.

Como tolerar que além de poucas vezes ouvir elogios e todas as vezes que ela merecia os mesmos e ela o fazia para ver se a pessoa se tocava ainda ouvia que era prepotente e metida, mas não entendia que já que não tinha ela mesmo o fazia.

Depois de todas as outras chateações tem mais duas que são as vencedoras, uma que onde já se viu trocar uma mulher como Duda pela oportunidade imperdível de assistir pontualmente todos os capítulos de todas as novelas e programas seqüências da TV.

Ai, então após umas 22h e pouco seria o horário padrão de que ele estaria disponível para poder ver se estaria disponível e possibilitado de ir ao encontro de Duda, tudo como se fosse o sacrifício. Então temos que informar a este cidadão que a fila de pretendentes é gigante e que ela deseja é ser amada e mimada, paparicada sem parecer um sacrifício.

Mas neste momento após o desgaste que tudo isso gerou Duda está querendo férias. Como se não fosse já o bastante, sua avó ficou severamente doente e Duda também ficou convalescente e este cidadão não teve nem a compaixão de vir zelar por ela como ser humano muito mais como alguém que diz ter um carinho íntimo.

Depois desta tenebrosa fase Duda anda querendo tranqüilidade e paz, mas o Sr. Café diz que tudo isso que ela deseja e não têm (paz e tranqüilidade) é por causa da sua beleza associada com sua inteligência e intelectualidade somando com um universo cultural impar além da elegância que fica de brinde para os curiosos de plantão.

Voltando, além do horário de abertura da casa de tolerância: 22h, quando o cidadão começaria a refletir se iria ou não sair de casa para fornecer o privilégio de sua companhia, este não se dava o trabalho de avisar se viria ou não como se fosse obrigação desta estar sempre pronta lhe esperando – como uma babaca!

Agora pensamos: precisa ter outra pessoa para que Duda queira estar longe deste cidadão?Isso tudo porque ela quer casar e ter filhos com ele?

Ou será que ele errou por não saber cativar o carinho e ternura que Duda começou a sentir por ele? Ele foi prepotente e arrogante e achou que uma mulher como ela zelosa e carinhosa, prestativa estava no “papo” e acreditou que ela estava de “quatro” por ele e isso lhe daria o direito de fazer o que ele desejasse.

Porém ele subestimou Duda, sua predisposição e determinação para lutar pelo que deseja mesmo que a priori não seja o que ela havia planejado (o que no caso de Duda isso é um crime enorme). Ela coloca sempre ela em primeiro lugar, não necessariamente passa pelos sentimentos alheios, mas também não se omite para não desagradar o outro. Bom, vamos ver... Se está vez Duda consegue ficar em stand by?






quinta-feira, 21 de julho de 2011

A FALTA DE PACIÊNCIA DE DUDA

 

As coisas andam complicadas na vida de Maria Eduarda, pra variar um pouco, ela anda indecisa pela segunda vez com personagens diferentes sobre estar ao lado de alguém que lhe faz bem, e que provoca nela um delicioso tesão, mas existem vários hábitos e atitudes que desagradam Duda.

Porém ela hoje está numa fase da vida onde existem algumas coisas que se fazem muito importantes e significativas o surgimento destas ações por parte de quem demonstra querer ser e ter cumplicidade com Duda.

Está que é uma mulher elegante e de uma sensualidade impar, com certa independência que muitas vezes assusta hoje se apresenta reflexiva afinal não está totalmente confortável com a atual situação que vive.

O Sr. Café se apresenta muito temeroso porque conhece sua grande e inseparável amiga e quando ela começa a pensar é como o ditado popular: onde há fumaça há fogo, ou seja, se muito se reflete é porque tem algo que não está agradando.

Porém como Duda acredita que todos têm direito a uma segunda chance e ninguém é adivinho, precisamos colocar para o outro o que faz bem e o que não agrada. Mas quando observamos que o que tem sido conversado não tem sido compreendido da forma como deveria.

Mas como bom conselheiro que o Sr. Café é e tem sido durante estes últimos tempos o tempo irá fazer os caminhos permanecerem juntos ou cada um seguir seu caminho sem precisar romper está ligação com certa intimidade de forma ríspida e deselegante.   

Agora é só aguardar para certificar-se dos resultados.

segunda-feira, 27 de junho de 2011



MARIA EDUARDA E MARIA EUGÊNIA

Maria Eduarda andou meio enfezada e brava, pois ela tem tido muito ciúmes de seu namorado, curioso pra quem passou tanto tempo solteira e sem se vincular a ninguém exceto quando havia razão para tal vínculo.
Primeiro gostaria de deixar bem claro quem está mulher ousada e independente conseguiu achar alguém que descongelasse seu coração que andava muito enrijecido pelo gelo, hoje este se encontra cheio de calor mesmo a temperatura de inverno rigoroso tem sido muito além do esperado.
Maria Eduarda hoje tem tido duas grandes rivais, uma a televisão e principalmente os programas de humor e outra é a Maria Eugênia (nome dado para o GPS do carro do seu namorado).
Certo dia foi fazer um passeio para ver uma exposição de carros antigos considerada a maior e melhor do país, como a cidade onde estava se realizando o evento era muito conhecida de Duda.
Como o trajeto não era familiar ao namorado de Duda, mas era familiar a Duda afinal a região foi um lugar onde ela freqüentou durante muito tempo, infância e adolescência quase que sagradamente todos os finais de semana ela e sua família se dirigirão para a região na qual estava se realizando a exposição de carros antigos.
Pelo sim e pelo não o namorado de Duda resolveu levar junto deles na viagem o GPS – que foi nomeado por Maria Eduarda de Maria Eugênia, como Duda tem ascendência lusitana Maria Eugênia é para homenagear o lado lusitano e atrapalhado de Duda.
Para aliviar a tensão da neblina na estrada e a chuva que veio completar o cenário perfeito, Duda começou a tentar antecipar o que Maria Eugênia provavelmente falaria tendo chegado ao ponto dela ficar rouca, afinal como concorrer com uma máquina?
Mas o objetivo de Duda foi alcançado, o namorado ela e o filho do mesmo chegaram a chorar de tanto rir, Duda estava inspirada e seus relatos extremamente caricaturados e encharcados de bom humor fez o tempo passar num piscar de olhos.
Esta aventura deste trio tem grandes boas marcas: boas risadas, chuva inesperada, porém tenho que anunciar a pedido do Sr. Café que esteve observando como eles se divertiam e como fazia tempo que ele não via sua grande amiga tão levemente feliz e realizada, este é o começo dos relatos bem humorados da nossa heroína que também tem seu lado espalhafatoso e atrapalhado.                                                          

terça-feira, 21 de junho de 2011

CENA HILÁRIA



Maria Eduarda estava indo pra Praia Grande – SP visitar uns familiares e foi junto com seu atual e esperado namorado, que conseguem respeitar o espaço de cada um pela primeira vez ela está namorando e não se sente presa e nem sufocada, mesmo eles se vendo quase todos os dias, só não se vêem quando há algum problema de trabalho que precisa ser solucionado tanto por ela como por ele.

Este é um acordo que eles fizeram afinal ambos são muito rigorosos e responsáveis quando o assunto é trabalho. Retomando a cena hilária, Duda e seu amor estavam descendo pra baixada e de repente no meio da estrada eles se entreolharam e foi como se desse um tuin tuin e ele parou o carro e Duda e ele tornaram – se um, fizeram sexo selvagem e continuaram a viagem.

Depois de passarem pelo pedágio ele olhou para ela e ela começou a abrir a calça dele novamente, pois ela estava relativamente tarada neste dia, como a velocidade do carro diminuiu, ela imaginou que podia rolar novamente, ele virou e disse: amor, perdão, mas vou parar para ir ao banheiro...

Ela não resistiu e começou a rir ele mal conseguia urinar porque também estava rindo pela situação constrangedora e engraçada que eles se encontravam. Quando ele retornou ao carro olhou para ela e a beijou demoradamente e pediu desculpas pela deselegância, logo prometeu que assim que chegasse ele compensaria...

Quando Duda relatou o fato para o Sr. Café o seu caríssimo amigo não resistiu e disse: pelo menos ele não mijou na sua frente numa garrafa pet, pense seria pior. Quando dizem que a lei de Murphy não falha, se a situação está péssima nunca creia que pior não pode ficar, pois pode e provavelmente ficará.

O Sr. Café riu tanto quando Duda lhe contou, não somente pelo relato mais pela fisionomia de constrangimento que Duda demonstrava e ele imaginou como ela ficou sem graça na hora H.