terça-feira, 22 de novembro de 2011


DUDA E SEU DEDO DE FADA



Maria Eduarda hoje ainda continua com seu dedo podre que recentemente foi nomeado por um mais novo amigo como dedo de fada, outrora ele a conhecera a distância e a casualidade fez com que eles se aproximassem.

E um dia num destes encontros que os amigos fazem para que a amizade seja cultivada, Duda obteve vários ganhos, neste dia ela estava aborrecida com o fracasso novamente de sua vida amorosa (o que ela sempre denominou como dedo podre), mas em um momento de desabafo acabou dizendo como ficava inconformada que os homens que passaram em sua vida sempre se tornavam pessoas melhores e a marcavam, na maioria das vezes de forma bizarra e ou negativa.

Então este amigo disse, o que o Sr.ª Café sempre diz: para que ela parasse de sofrer por quem não era digno de nem um centésimo de lagrima dela, e que então ela não tivesse o dedo podre, mas sim o dedo de fada.

Por magicamente, ou melhor, afetuosamente transformar pedras brutas em diamantes, e reconhecer estas pedras preciosas em um arsenal de outras beldades. Mas sabendo dar o devido valor ao que sempre teve este amigo sentiu como isso naquele momento perturbava Duda e até o Sr.ª Café que sempre fora tão racional e realista estava contaminado com tanta indignação e injustiça por Duda sempre se dedicar e zelar por seus afetos e nunca ter nem uma decima parte do que lhe fora merecido.

Voltando aos outros ganhos racionais que Duda obtivera naquele bate – papo informal, muitas das certezas que ela tinha sobre relacionamentos e afetos foram balançados e hoje estão sendo questionados e empiricamente testados.

Um destes ganhos fora a certeza que Duda estava apostando seu afeto em quem não desejava e que estava acomodado, tendo já feito sua escolha: servir aos seus familiares e não viver intensamente sua própria vida. O que já contradiz totalmente o desejo e pensamento de Maria Eduarda sobre o que quer e deseja.

Curiosamente parece que o ressurgimento deste gnomo do bem fez Maria Eduarda e até o Sr.ª Café reavaliarem sua forma de visualizarem e avaliarem os acontecimentos da vida de Duda. Parece que de tanto passionalmente o Sr.ª Café estar apoiando Maria Eduarda ele também perdera parte de sua lucidez, sua dedicação incondicional a sua amada heroína fez com que seus olhos ficassem vendados e lhe impedissem ver a realidade como ela verdadeiramente se apresenta e não apenas como Duda enxerga.

Hoje temos uma situação inusitada e magicamente curiosa, Duda vive um tormento ou não, mas parece que o mundo não lhe afeta, sim ela tem seus momentos de mortalidade, mas sua divindade reaparece como os semideuses gregos que vivem ora no Olimpo, ora na Terra.

Ousamos dizer que Duda nada mais é que uma belíssima fada que veio até nós mortais para trazer boas vibrações e vivenciar momentos únicos e memoráveis. Esta fada também têm suas necessidades e desejos que não são encobertos por sua origem fantástica e nem por sua capacidade magica de transformar a realidade.

Por conta de sua peculiaridade Duda deseja e espera conquistar suas metas e objetivos de vida por si traçados sem fazer uso de nada que faça com que suas conquistas não sejam honrosas e leais.

Vendo tudo isso ocorrer só posso dizer:  EU ACREDITO EM FADA !




quinta-feira, 28 de julho de 2011

CASA DE TOLERÃNCIA...



Maria Eduarda e seu “dedo podre” atacaram novamente até que este relacionamento durou mais do que o normal. Mas ela sofreu pra que a duração fosse maior do que o habitual, somente ela e o Sr. Café sabem disto.

Como tolerar que além de poucas vezes ouvir elogios e todas as vezes que ela merecia os mesmos e ela o fazia para ver se a pessoa se tocava ainda ouvia que era prepotente e metida, mas não entendia que já que não tinha ela mesmo o fazia.

Depois de todas as outras chateações tem mais duas que são as vencedoras, uma que onde já se viu trocar uma mulher como Duda pela oportunidade imperdível de assistir pontualmente todos os capítulos de todas as novelas e programas seqüências da TV.

Ai, então após umas 22h e pouco seria o horário padrão de que ele estaria disponível para poder ver se estaria disponível e possibilitado de ir ao encontro de Duda, tudo como se fosse o sacrifício. Então temos que informar a este cidadão que a fila de pretendentes é gigante e que ela deseja é ser amada e mimada, paparicada sem parecer um sacrifício.

Mas neste momento após o desgaste que tudo isso gerou Duda está querendo férias. Como se não fosse já o bastante, sua avó ficou severamente doente e Duda também ficou convalescente e este cidadão não teve nem a compaixão de vir zelar por ela como ser humano muito mais como alguém que diz ter um carinho íntimo.

Depois desta tenebrosa fase Duda anda querendo tranqüilidade e paz, mas o Sr. Café diz que tudo isso que ela deseja e não têm (paz e tranqüilidade) é por causa da sua beleza associada com sua inteligência e intelectualidade somando com um universo cultural impar além da elegância que fica de brinde para os curiosos de plantão.

Voltando, além do horário de abertura da casa de tolerância: 22h, quando o cidadão começaria a refletir se iria ou não sair de casa para fornecer o privilégio de sua companhia, este não se dava o trabalho de avisar se viria ou não como se fosse obrigação desta estar sempre pronta lhe esperando – como uma babaca!

Agora pensamos: precisa ter outra pessoa para que Duda queira estar longe deste cidadão?Isso tudo porque ela quer casar e ter filhos com ele?

Ou será que ele errou por não saber cativar o carinho e ternura que Duda começou a sentir por ele? Ele foi prepotente e arrogante e achou que uma mulher como ela zelosa e carinhosa, prestativa estava no “papo” e acreditou que ela estava de “quatro” por ele e isso lhe daria o direito de fazer o que ele desejasse.

Porém ele subestimou Duda, sua predisposição e determinação para lutar pelo que deseja mesmo que a priori não seja o que ela havia planejado (o que no caso de Duda isso é um crime enorme). Ela coloca sempre ela em primeiro lugar, não necessariamente passa pelos sentimentos alheios, mas também não se omite para não desagradar o outro. Bom, vamos ver... Se está vez Duda consegue ficar em stand by?






quinta-feira, 21 de julho de 2011

A FALTA DE PACIÊNCIA DE DUDA

 

As coisas andam complicadas na vida de Maria Eduarda, pra variar um pouco, ela anda indecisa pela segunda vez com personagens diferentes sobre estar ao lado de alguém que lhe faz bem, e que provoca nela um delicioso tesão, mas existem vários hábitos e atitudes que desagradam Duda.

Porém ela hoje está numa fase da vida onde existem algumas coisas que se fazem muito importantes e significativas o surgimento destas ações por parte de quem demonstra querer ser e ter cumplicidade com Duda.

Está que é uma mulher elegante e de uma sensualidade impar, com certa independência que muitas vezes assusta hoje se apresenta reflexiva afinal não está totalmente confortável com a atual situação que vive.

O Sr. Café se apresenta muito temeroso porque conhece sua grande e inseparável amiga e quando ela começa a pensar é como o ditado popular: onde há fumaça há fogo, ou seja, se muito se reflete é porque tem algo que não está agradando.

Porém como Duda acredita que todos têm direito a uma segunda chance e ninguém é adivinho, precisamos colocar para o outro o que faz bem e o que não agrada. Mas quando observamos que o que tem sido conversado não tem sido compreendido da forma como deveria.

Mas como bom conselheiro que o Sr. Café é e tem sido durante estes últimos tempos o tempo irá fazer os caminhos permanecerem juntos ou cada um seguir seu caminho sem precisar romper está ligação com certa intimidade de forma ríspida e deselegante.   

Agora é só aguardar para certificar-se dos resultados.

segunda-feira, 27 de junho de 2011



MARIA EDUARDA E MARIA EUGÊNIA

Maria Eduarda andou meio enfezada e brava, pois ela tem tido muito ciúmes de seu namorado, curioso pra quem passou tanto tempo solteira e sem se vincular a ninguém exceto quando havia razão para tal vínculo.
Primeiro gostaria de deixar bem claro quem está mulher ousada e independente conseguiu achar alguém que descongelasse seu coração que andava muito enrijecido pelo gelo, hoje este se encontra cheio de calor mesmo a temperatura de inverno rigoroso tem sido muito além do esperado.
Maria Eduarda hoje tem tido duas grandes rivais, uma a televisão e principalmente os programas de humor e outra é a Maria Eugênia (nome dado para o GPS do carro do seu namorado).
Certo dia foi fazer um passeio para ver uma exposição de carros antigos considerada a maior e melhor do país, como a cidade onde estava se realizando o evento era muito conhecida de Duda.
Como o trajeto não era familiar ao namorado de Duda, mas era familiar a Duda afinal a região foi um lugar onde ela freqüentou durante muito tempo, infância e adolescência quase que sagradamente todos os finais de semana ela e sua família se dirigirão para a região na qual estava se realizando a exposição de carros antigos.
Pelo sim e pelo não o namorado de Duda resolveu levar junto deles na viagem o GPS – que foi nomeado por Maria Eduarda de Maria Eugênia, como Duda tem ascendência lusitana Maria Eugênia é para homenagear o lado lusitano e atrapalhado de Duda.
Para aliviar a tensão da neblina na estrada e a chuva que veio completar o cenário perfeito, Duda começou a tentar antecipar o que Maria Eugênia provavelmente falaria tendo chegado ao ponto dela ficar rouca, afinal como concorrer com uma máquina?
Mas o objetivo de Duda foi alcançado, o namorado ela e o filho do mesmo chegaram a chorar de tanto rir, Duda estava inspirada e seus relatos extremamente caricaturados e encharcados de bom humor fez o tempo passar num piscar de olhos.
Esta aventura deste trio tem grandes boas marcas: boas risadas, chuva inesperada, porém tenho que anunciar a pedido do Sr. Café que esteve observando como eles se divertiam e como fazia tempo que ele não via sua grande amiga tão levemente feliz e realizada, este é o começo dos relatos bem humorados da nossa heroína que também tem seu lado espalhafatoso e atrapalhado.                                                          

terça-feira, 21 de junho de 2011

CENA HILÁRIA



Maria Eduarda estava indo pra Praia Grande – SP visitar uns familiares e foi junto com seu atual e esperado namorado, que conseguem respeitar o espaço de cada um pela primeira vez ela está namorando e não se sente presa e nem sufocada, mesmo eles se vendo quase todos os dias, só não se vêem quando há algum problema de trabalho que precisa ser solucionado tanto por ela como por ele.

Este é um acordo que eles fizeram afinal ambos são muito rigorosos e responsáveis quando o assunto é trabalho. Retomando a cena hilária, Duda e seu amor estavam descendo pra baixada e de repente no meio da estrada eles se entreolharam e foi como se desse um tuin tuin e ele parou o carro e Duda e ele tornaram – se um, fizeram sexo selvagem e continuaram a viagem.

Depois de passarem pelo pedágio ele olhou para ela e ela começou a abrir a calça dele novamente, pois ela estava relativamente tarada neste dia, como a velocidade do carro diminuiu, ela imaginou que podia rolar novamente, ele virou e disse: amor, perdão, mas vou parar para ir ao banheiro...

Ela não resistiu e começou a rir ele mal conseguia urinar porque também estava rindo pela situação constrangedora e engraçada que eles se encontravam. Quando ele retornou ao carro olhou para ela e a beijou demoradamente e pediu desculpas pela deselegância, logo prometeu que assim que chegasse ele compensaria...

Quando Duda relatou o fato para o Sr. Café o seu caríssimo amigo não resistiu e disse: pelo menos ele não mijou na sua frente numa garrafa pet, pense seria pior. Quando dizem que a lei de Murphy não falha, se a situação está péssima nunca creia que pior não pode ficar, pois pode e provavelmente ficará.

O Sr. Café riu tanto quando Duda lhe contou, não somente pelo relato mais pela fisionomia de constrangimento que Duda demonstrava e ele imaginou como ela ficou sem graça na hora H.




quarta-feira, 18 de maio de 2011

DUDA ESTÁ DE VOLTA!




Nossa querida heroína pede perdão pela sua ausência ... Sua vida teve muitas mudanças que iremos contando aos poucos.

Tanto com um reconhecimento profissional além do esperado por ela, como na sua vida pessoal onde hoje ela torna-se uma pessoa multi-task, mais do que ela já executava anteriormente.

Hoje ela cuida e zela por seu auto-desenvolvimento profissional, e seus hobbies de leitura, auxilia sua cunhada com os preparativos para o nascimento da sua primeira sobrinha, onde tem o habito de dizer que ela é uma tia-mãe, cuidados com sua casa, desde compras como afazeres domésticos que tomam o tempo dela, além das lindíssimas recepções de amigos e amigas que hoje faz gosto de receber e como boa anfitriã faz tudo com muito carinho e zelo.

Mas temos certeza que vocês iram adorar as novas aventuras de Duda e o Sr. Café! Está foi apenas uma previa que fornecemos para dar um pouco de água na boca e despertar a curiosidade de quem mesmo a distancia acompanha as peripécias de Duda e Sr. Café



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MARIA EDUARDA EM SUA NOVA VERSÃO






Maria Eduarda começou o ano com um pique maior do que o seu “normal”, todos os dias sagradamente ela sai antes do trabalho para caminhar 10 km, tem dia que ela acorda antes das galinhas, para ter tempo de voltar a sua casa e conseguir tomar um banho relaxante e vai trabalhar com mais disposição.

Num desses dias ela acabou sendo surpreendida, primeiro explicarei como Duda caminha: com roupa de ginástica, e fone de ouvido ouvindo e interagindo com a música. Mas ela ficou irritada quando certo conhecido a avistou caminhando e não conseguiu ser elegante e discreto.

Esse infeliz cidadão gritava o nome de Duda, e ela não agüentou e desprezou o indiscreto colega ele não resistindo acabou pegando o carro e foi ao alcance dela, chegando a virar todo seu tronco e dirigindo pronunciou de forma alta e incisiva o nome dela, por um milésimo de segundo e por benevolência divina ele não causa um acidente.

Um detalhe que não mencionei, Duda caminha numa pista própria para caminhada que se localiza numa avenida movimentada. Para piorar a historia, esse ser foi até os conhecidos dele e de Duda e contou que ela caminha, onde , como se veste e que ao invés de caminhar ela desfila, e outros comentários que prefiro não descrevê-los afinal não é elegante e Duda presa a elegância e delicadeza.

Por mais esdrúxulo que seja tudo descrito acima ainda tem mais, Duda ainda caminhava e o Sr. Café liga para ela e comenta que ela ta sendo citada como se fosse um pedaço de picanha maturada.

Duda fica tão indignada, mas também vindo dos colegas que vieram ela não poderia e nem deveria esperar muito além do que ocorreu. Afinal ela se recordou ao conversar com o Sr.Café que as garotas de vida fácil que atraem estes colegas em geral usam este vestuário.

“Cada um dá aquilo que tem” – ditado popular, como poder exigir tratamento devido a bárbaros que ainda arrastam suas “fêmeas” pelo cabelo quando desejam copular.

Não tem como não achar grosseiro e grotesco o que Duda teve que vivenciar, isso deixou o Sr. Café vermelho de raiva e com todos os seus piores instintos aflorados. Mas ele se conteve porque sabe que sua amada – heroína – amiga ficaria desapontada com a forma rude de responder a quem não merece tanta consideração.

Afinal o desprezo dói!