sexta-feira, 4 de março de 2016



A REVELAÇÃO QUE FAZ TUDO COMEÇAR DE NOVO ...

Outro dia um amigo virtual de Maria Eduarda lhe disse algo que lhe deixou pensativa, que ela fazia muita coisa, cuidava do filho, suas tarefas do trabalho e ainda a dinâmica familiar que a consumia muito.
No final da conversa disse: “você só pode ter super poderes!”, ou é uma vampira, ou uma mulher robô-policial, mas você não é mesmo igual às outras mulheres. Ela ficou pensativa e até diríamos que irritada, pois o s.r. Café tinha certeza que ela temia se o seu segredo está vez fora descoberto.
Mas como uma pessoa que nunca a vira pessoalmente, apenas admira sua beleza física e seu trabalho juntamente com a dedicação que ela sempre demonstrou. Questionamento que fica latente: será que Duda é uma heroína? Qual sua habilidade extraordinária?



quinta-feira, 3 de março de 2016



RAÍZES LUZITANAS QUE ECOAM EM SEU CORAÇÃO


Maria Eduarda nunca entendeu porque certas situações muito típicas dos nossos patrícios sempre fizeram o eu dela balançar. O s.r. Café já tinha cantado um fado explicando enquanto degustava um delicioso pastel de Belém.
Mas Duda relutou, porém recentemente conversando com sua avó paterna descobrirá que o seu bisavô veio da famosa Ilha da Madeira para ser artista aqui no Brasil. Só conseguiu ser barbeiro, mas foi alguém que deixou muito mais que imaginou...
Deixou a possibilidade de dupla cidadania de Maria Eduarda e seus familiares, o que facilitaria muito uma possível viagem ao exterior, Duda sempre fora devota de nossa senhora de Fátima e como num outro momento seus pais foram até Lisboa a trabalho e deram uma rápida visita ao santuário de Fátima.
Duda com o tempo permaneceu desejando conhecer o santuário lusitano e porque não a famosa e tradicional ilha da madeira que foi a cidade natal de seu bisavô. Porque não a universidade de Coimbra. Podendo aproveitar e estender por outros lugares da Europa que Duda tem seu desejo secreto de conhecer... Mas era uma viagem não turística, mas de aprendizado de si mesma e de suas raízes e realizando seus sonhos mais secretos... Claro todos ligados ao conhecimento formal e que este fosse feito junto de seu amado filho e seu companheiro de toda vida... S.r. Café
Mas o grande desejo e curiosidade era descobrir se Duda era mais portuguesa ou mais italiana (lado materno)? Qual raiz é mais forte na sua personalidade?
Afinal mesmo tendo nascido no Brasil Duda nunca se encaixou quanto aos hábitos e valores da população de seu país, será que o lado da mama fala mais forte?  Ou o lado dos patrícios?

Melhor uma boa macarronada com molho pesto ou um bom bacalhau com batatas e um caldo verde pra esquentar?



terça-feira, 1 de março de 2016



O AMOR SEPARADO POR UM OCEANO


Maria Eduarda recebeu uma solicitação numa rede social de amizade, mas foi numa época que ela havia mudado a foto dela do perfil, então ela estava mais aberta ao novo que poderia surgir.
Mas quando ela menos esperou talvez a oportunidade de amar verdadeiramente como jamais tenha acontecido, e ser amada de forma intensa com um amor que supre suas pequenas e grandes expectativas para com um amor, e o portador deste amor tenha uma compreensão singular.
Recentemente o candidato ao verdadeiro amor de Duda pediu o telefone dela e ligou em questão de segundos, mas ela não conseguiu ouvi-lo sem se emocionar, o s.r. Café a sacudiu, porque Duda tão tagarela ficou muda quando atendeu o celular. Tudo porque este cavaleiro é tão galanteador, que no início Duda evitou se envolver e conforme ele dizia o quanto ela era bela e que ela é a mulher que possui características que ele sempre buscou em uma mulher.
Porém nem tudo são flores, primeiro ele morou há dois anos na cidade próxima da que Duda hoje reside, já atualmente ele mora na Europa, no seu país de origem. Os pombinhos são separados pelo oceano, além de ele ter um relacionamento mal acabado que deixa Maria Eduarda desconfiada.
Mas quando ela ouviu o sotaque que ela tanto gosta, e ele espontaneamente disse que desejava cuidar dela e do filho dela... O coração dela quase saiu pela boca... Seu corpo ficou todo arrepiado... Ai veio o choque de realidade...
O amor deste “Romeu e Julieta” é um amor salgado, porque as oportunidades parecem que não favorecem aos candidatos ao amor verdadeiro. Pois ele sempre fica temeroso se ela também o deseja como ela tornou se tímida e discreta, o s.r. café entrou na jogada e foi conversar com ela que ela não perde nada em se abri um pouco... Para quem liga pra ela somente para ouvir a voz dela e ela a dele, tendo o oceano como intermediário desta ligação.
Ele diz a Duda que deseja que ela seja a donzela dele, e onde já se viu diz ela ao s.r. Café quem teve relacionamentos nada muito afetivos... Onde ela só recebe flores de seu pai e filho, em toda sua vida quase quatro décadas só comemorou 2x o dia dos namorados, e na atualidade ela tem que celebrar o dia que não tem sentido a ela ao lado do seu pai, mãe e filho, sente se tão humilhada e deprimida. Ou a recente e pior ela ganhou flores no dia de aniversario de namoro dos pais dela, sentimentos sentidos Duda nega revelar, inclusive ao s.r. Café.
Quanto ao cavaleiro que quer transforma lá em uma duquesa, tudo anda em um processo e ela hoje chorou ao falar com ele por querer ter ele junto dela. Acho que a dureza de Maria Eduarda esta sendo derretida pela afetividade de seu filho e deste cavalheiro que faz tanto por alguém que viu uma foto e achou bela?
Como tudo se resolverá? Será que o casal terá oportunidade de se conhecer pessoalmente e ver se todas estas emoções se mantêm? O oceano vai colaborar... Tornando-se doce como é o amor? Ou o amor trará o cavalheiro até sua duquesa?




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016



PRIORIDADES SENDO REVISTAS

Maria Eduarda durante o processo de gestação segundo seu relato e do s.r. Café foi o momento de mais ansiedade que ela já vivenciou. Bom, ela começou revendo sua forma de vestir, como iria vestir se após der a luz. Como se portar... Quais locais frequentar e quais não mais frequentar, hábitos que ela desejava incentivar em seu filho.
Inicialmente parece ser questionamentos tolos e banais, mas por outro lado tem uma motivação mais ampla do que parece, são conteúdos onde Duda como mãe busca embasamento para educar seu filho com coerência, procurando errar o mínimo entre sua fala e suas atitudes. Estas devem andar juntas, pra que com a vivência pura e simplesmente está possa ser o argumento não dito sobre a necessidade de viver a verdade.
Isso gera uma confiança devastadora, porque além do que se diz ser o que se vive. Temos ganhado como agir de forma correta e adequada ser a melhor ação a ser tomada.
 Mas como foi difícil deixar o cachimbo, charuto, os saltos altos, as minissaias, roupas ousadas. Mas agora tudo precisa ser pratico fácil e que passe uma imagem respeitosa de uma mulher madura que tem um herdeiro.
Porém Duda se questionou como dizer não fume se ela fizesse uso do tabaco na sua forma mais pura. Mas ela sabia das possíveis consequências... Como diz o ditado melhor prevenir que remediar.
 Se isso não é direcionar seus valores... Não sei o que é...

“... palavras conquistam, mas exemplos arrastam...”.


MEU PEQUENO GIGANTE


Maria Eduarda sempre sonhara em vivenciar a maternidade de forma plena, mas como tudo com ela as coisas acontecem e acontecem de forma singular. Mas ela foi presenteada com o dom da maternidade que sempre se apresentava dentro dela de forma tão latente e singular.
Que ela aproveitava o que podia na convivência com crianças, como dizia o s.r. Café: Duda vivia de migalhas quanto ao convívio infantil, até ser presenteada com seu anjinho. Essa dupla é única um tem muito do outro e eles se entendem no olhar, ou num dialeto próprio. Eles vivem um mundo deles onde não há outros seres que penetram neste universo exceto o s.r. Café que é parte do mundo deles, e quem recebe por eles uma permissão exclusiva de temporariamente adentrar neste universo mágico e fantástico.
Afinal não é qualquer pessoa que consegue dar conta de lidar com os conteúdos apresentados por ambos, o s.r. Café já acostumado com Duda por tabela também sabe lidar com os hábitos e manias de seu pequerrucho.
O curioso é que este mundo magico que Duda sempre apresentou ao filho nunca foi para engana ló, mas sim para transformar o real em algo mais atrativo e delicioso. Uma forma, ou melhor, uma oportunidade de fazer uma criança ver o mundo que é branco e preto, sendo colorido da forma que desejar sem certo e nem errado.
Com a árvore de caule roxo e folhas azuis, como o chapeleiro louco da Alice no país das maravilhas, ver a realidade da melhor forma para que não haja dor psíquica e muito menos angustia e tristeza, para que a alegria seja o sentimento que prevaleça no coração de quem consiga viver a espontaneidade nos dias de hoje onde o que nos é oportuno é ser igual ao que esperam de nos.
Então Duda e seu pequerrucho juntamente com s.r. Café são extraterrestres que vivem neste mundo para infernizar as pessoas “normais” porque mesmo saindo do padrão, alias porque saem do padrão conseguem ser livres e por isso são felizes.
Difícil pra um adulto administrar estes sentimentos não compreendidos como Maria Eduarda ensina seu filho a lidar de forma saudável com os mesmos, procurando sofrer o mínimo possível. Afinal são sentimentos de grande complexidade pra uma criança lidar que ainda está na primeira infância.
Será que a oportunidade é colocá-lo na escola? E deixar este universo de lado, afinal ele tem que amadurecer. Que difícil deve ser pra Duda... O s.r. Café vendo sua querida protegida sofrendo e seu pequerrucho imagina o quanto não fica inconformado.

Todos deveriam ter experiências boas e ruins, mas o alicerce recheado de amor e carinho tudo supera...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016


A VIDA DE PONTA CABEÇA

Maria Eduarda sempre teve uma vida agitada e muito recheada de compromissos sociais, hoje ela vive uma vida talvez mais agitada, porém os compromissos não são de ordem profissional nem social e sim, da maternidade que lhe foi presenteada e junto deste presente veio muitas responsabilidades e obrigações.
O Sr.Café ainda lhe faz companhia nos momentos onde o refrigério lhe é permitido, ela é uma mãe zelosa e por isso acarreta muitas obrigações além do fato que educar não é fácil, é um trabalho constante e árduo.
Neste momento o Sr. Café está dividido porque vê o dilema escolar que Duda sofre e sofreu até decidir colocar sua prole no sistema educacional. Mas a dificuldade desta separação por parte de quem foi gerado também faz o coração do Sr.ª Café chorar de compaixão.
Duda sempre foi uma mãe que além de suas atribuições naturais procurou estimular ao máximo quem veio de seu ventre. O que gerou certo dilema, pois este está, quanto a conteúdo, na frente das crianças que estão na sua faixa etária o que faz com que exista outro problema, porque a escola será legal e atrativa se tudo isto já sei e faço frequentemente em casa com minha mãe junto das minhas coisas e brinquedos.
Mas no processo de adaptação Duda tem se mantido muito imparcial mesmo que tendo o seu intimo rasgado por dentro ao ver seu rebento chorar e chama lá. O processo de socialização é fundamental pra o desenvolvimento infantil, mesmo que depois esta se torne por conta própria seletiva e criteriosa em relação aos seus afetos.
Tinha sido prometido que caso o rebento de Duda ficasse o período todo e não fosse necessário ir busca ló antes, que suas quatro cadelinhas iriam busca ló, que grande aventura, tudo pra que esta linda relação mãe – filho não seja trincada pela não verdade. Duda sempre diz a verdade de forma que seu rebento possa compreender.
Que alegria poder levar o que fora prometido, porque fora alcançado a meta de permanecer o período todo, longe de Duda, mas o Sr.Café nos confessou agora Duda começa a sentir a dor da separação... Ela mesma estranhou não ter manifestado grandes emoções nesta fase.
Uma hora a dor iria se manifestar, eles que sempre foram tão unidos e juntos tem uma parceria sem igual como não sentir esta drástica separação.

Mas o Sr. Café vai acalentar o coração desta dupla perfeita criada um pro outro...

Vejam novidades ...

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Adoraria ir e conferir de perto ... E ter os livros fisicos com cheiro delicioso de livro novo nas mãos aproveitem !!!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015



MARIA EDUARDA “GO BACK”!

Estivemos longe, mas acreditem no coração estava inquieto porque o silencio foi necessário, mas a companhia dos leitores nos fez falta. Mas todo têm momentos que o silencio é fundamental pra compreender as novas situações que a vida nos apresentava.
Mas a vida trouxe nova papeis sociais pra Duda, atualmente Duda vive intensamente a maternidade que lhe foi presenteada, e hoje ela se ocupa com os cuidados e com a educação de seu rebento, tendo abandonado sua carreira em prol do bem estar de seu filho quando ficou grávida.
Seu projeto inicial ainda está em vigor é que ela retorne ao mercado de trabalho juntamente quando seu filho for frequentar a pré-escola, hoje conhecido como ensino infantil.
Bom, não preciso revelar que o Sr. Café vivia dizendo pra Duda voltar a trocar experiências com vocês.
Bom fim de semana!



terça-feira, 22 de novembro de 2011


DUDA E SEU DEDO DE FADA



Maria Eduarda hoje ainda continua com seu dedo podre que recentemente foi nomeado por um mais novo amigo como dedo de fada, outrora ele a conhecera a distância e a casualidade fez com que eles se aproximassem.

E um dia num destes encontros que os amigos fazem para que a amizade seja cultivada, Duda obteve vários ganhos, neste dia ela estava aborrecida com o fracasso novamente de sua vida amorosa (o que ela sempre denominou como dedo podre), mas em um momento de desabafo acabou dizendo como ficava inconformada que os homens que passaram em sua vida sempre se tornavam pessoas melhores e a marcavam, na maioria das vezes de forma bizarra e ou negativa.

Então este amigo disse, o que o Sr.ª Café sempre diz: para que ela parasse de sofrer por quem não era digno de nem um centésimo de lagrima dela, e que então ela não tivesse o dedo podre, mas sim o dedo de fada.

Por magicamente, ou melhor, afetuosamente transformar pedras brutas em diamantes, e reconhecer estas pedras preciosas em um arsenal de outras beldades. Mas sabendo dar o devido valor ao que sempre teve este amigo sentiu como isso naquele momento perturbava Duda e até o Sr.ª Café que sempre fora tão racional e realista estava contaminado com tanta indignação e injustiça por Duda sempre se dedicar e zelar por seus afetos e nunca ter nem uma decima parte do que lhe fora merecido.

Voltando aos outros ganhos racionais que Duda obtivera naquele bate – papo informal, muitas das certezas que ela tinha sobre relacionamentos e afetos foram balançados e hoje estão sendo questionados e empiricamente testados.

Um destes ganhos fora a certeza que Duda estava apostando seu afeto em quem não desejava e que estava acomodado, tendo já feito sua escolha: servir aos seus familiares e não viver intensamente sua própria vida. O que já contradiz totalmente o desejo e pensamento de Maria Eduarda sobre o que quer e deseja.

Curiosamente parece que o ressurgimento deste gnomo do bem fez Maria Eduarda e até o Sr.ª Café reavaliarem sua forma de visualizarem e avaliarem os acontecimentos da vida de Duda. Parece que de tanto passionalmente o Sr.ª Café estar apoiando Maria Eduarda ele também perdera parte de sua lucidez, sua dedicação incondicional a sua amada heroína fez com que seus olhos ficassem vendados e lhe impedissem ver a realidade como ela verdadeiramente se apresenta e não apenas como Duda enxerga.

Hoje temos uma situação inusitada e magicamente curiosa, Duda vive um tormento ou não, mas parece que o mundo não lhe afeta, sim ela tem seus momentos de mortalidade, mas sua divindade reaparece como os semideuses gregos que vivem ora no Olimpo, ora na Terra.

Ousamos dizer que Duda nada mais é que uma belíssima fada que veio até nós mortais para trazer boas vibrações e vivenciar momentos únicos e memoráveis. Esta fada também têm suas necessidades e desejos que não são encobertos por sua origem fantástica e nem por sua capacidade magica de transformar a realidade.

Por conta de sua peculiaridade Duda deseja e espera conquistar suas metas e objetivos de vida por si traçados sem fazer uso de nada que faça com que suas conquistas não sejam honrosas e leais.

Vendo tudo isso ocorrer só posso dizer:  EU ACREDITO EM FADA !