terça-feira, 13 de novembro de 2007

acredite isso é real ...


O HOMEM DAS DUAS CUECAS



Esta curiosa história foi contada para Maria Eduarda e ela depois de muito conversar com o Sr. Café decidiu compartilhar com vocês afinal é uma historia verídica e inusitada, ou seja, tem todas as características que instigam os leitores.

Bom, tudo começou casualmente num dia que Maria Eduarda estava furiosa com seus fracassos amorosos e foi tentar se distrair degustando um bom charuto dominicano (bando - select) e quando retornava para sua casa conheceu casualmente um rapaz que o chamaremos de Sr. tô nem aí (vocês saberão por que este codinome).

Conversando Duda descobriu que ele também tinha sido vitima de uma escolha equivocada amorosamente, só que o rapaz tinha se enforcado. Tendo um grande agravante, era insatisfeito com sua vida de mais de 10 anos de casamento, sua parceira deixava a desejar quanto vaidade, determinação, sensualidade, em geral nos atributos onde a feminilidade e ousadia são necessárias.

No fundo Maria Eduarda mobilizada com o sofrimento do seu novo amigo, mencionou para o pobre rapaz que ele e sua esposa eram apenas bons amigos, mas em um casamento não deve existir apenas amizade, a sensualidade e sexualidade também são ingredientes importantes e essenciais para o relacionamento a dois fluir de forma saudável, onde exista a realização do casal, um completando o outro, de dois corpos se tornam um, num gesto de entrega total (e prazerosa).

Com o passar do tempo Duda descobriu que seu nobre amigo sofria muito, frustrado quanto ao sexo oposto e sua realização era focada apenas no trabalho e conquistas materiais. Sendo que havia um erro de cálculo, pois há características que são fundamentais para realização de um ser humano, como no caso do Sr. tô nem aí, sexualmente sentia-se frustrado, pois sua esposa abominava o sexo e ele já não conseguia viver sem.

O que infelizmente favorecia a infidelidade, e está tola esposa vivia reclamando dos enfeites que era presenteada cada vez que seu esposo ficava enlouquecido por conta da excitação acumulada (claro que o tesão existente não era pela tola esposa), era apenas sua virilidade dando sinal de vida, e mesmo assim recriminava a infidelidade de seu amado esposo, mesmo sabendo que não facilitava sua vida.

Porque o Sr. tô nem aí, chegou ao ponto de desistir de explicar para sua esposa sua necessidade e que não estava satisfeito com sexo uma vez por mês e ainda mais que este era muito sacrificado de conseguir porque precisava implorar e assim procurava consolo sexual nas casas da luz vermelha onde havia pessoas qualificadas pra isso e ou quando arranjava uma namoradinha aqui e outra ali que dificultava muito a vida deste homem, pois tinha que ter uma vida dupla.

Mesmo sabendo das puladas de cercas do seu marido, está cidadã não se esforçava, Ela declaradamente não queria nada que estivesse relacionada ao ato sexual, sua sexualidade de nada servia a não ser mensalmente que cumpria suas obrigações de esposa (uma única vez, claro!). Pobre Sr. To nem ai! Vivia na secura e cheio de tesão, buscava em lugares da luz vermelha um consolo que ele mesmo sabia que era temporário.

Os azulejos de sua casa já não restavam um inteiro, sua mão vivia calejada, disputando 5 X 1, vida desumana e cruel. Sr. tô nem aí, tem este codinome por que quando Duda o conheceu ele já não se importava mais se estava sendo infiel (filha da puta) ou não com sua esposa, mas deixou claro que não suportava mais viver cheio de desejo e ter que fingir que sexo não tem relevância alguma em sua vida. Pois sabia que era uma grande mentira.

Mencionou pra Maria Eduarda como era cansativa esta vida dupla e como isto tudo o deixava mal, Sr. tô nem aí, se denominava “puteiro”, mas no fundo ele apenas queria ser amado e desejado por uma mulher e que esta o procurasse não para cumprir protocolo, mas por que o desejasse tanto que o fato de fazer amor não seria um sacrifício, uma doação, mas algo que lhe causasse prazer e satisfação.

Quando ouvimos que uma mulher deve ser uma amiga, companheira no zelo e cuidado do amado, e que na cama deveria se transformar em uma puta, não significa vulgarizar a mulher e nem trata-lá como objeto sexual, mas que doar-se num ato tão intimo e belo que é a relação sexual, um momento cheio de significados e gestos de doação, onde favorecer prazer físico ao ser amado significa o amor desmedido, onde satisfazer suas taras e desejos mais profundos não é ser usada, mas sim dar prazer ao homem que te “faz ser mulher”.

Onde o seu prazer é fazer o seu companheiro ter prazer.!!!!!!!!!!!!

Tola é a mulher que acredita que satisfação do seu homem e realização de suas taras, significa tornar –se vulgar, pelo contrario a mulher que deixa seu amado insatisfeito torna-se objeto dele pois faz por fazer como que fosse uma tarefa doméstica amais ser realizada. Não permitindo curtir o momento mágico que é o encontro de duas almas que se amam e se completam tornando uma. Está sintonia é rara e quando acontece torna-se algo SURREAL .

Voltando a história do Sr. tô nem aí, este nosso pobre colega certa vez confidenciou a Maria Eduarda que muitas vezes chegou a visitar a casa da luz vermelha porque na sua própria casa não sentia –se a vontade e muitas vezes ia pra casa da luz vermelha apenas para beber uma cerveja, e como ele mesmo disse: porque lá eu sou eu mesmo!!

Este nosso colega almejava ter uma mulher que fosse caprichosa, preparasse o ambiente, criasse um clima, vestisse algo diferente e que fizesse um jantar que estimulasse o termino deste jantar num quarto todo enfeitado e climatizado, com velas, incenso, decoração ...

Com uma mulher vestida com uma lingerie sensual, ou com uma fantasia (como gueixa), toda perfumada, cheirosa, maquiada, pronta para ser amada e onde o céu fosse limite pra este casal. Quando juntos estas duas almas fizessem o mundo parar de girar de tão forte e intensa fosse à ligação deles.

Recentemente o Sr. tô nem aí, disse que iria visitar mais uma vez a cãs da luz vermelha e que neste dia iria apenas beber, por que ao sair de casa de manhã cedo na correria vestiu duas cuecas, a samba canção que utiliza geralmente para dormir, e uma outra cueca que distraidamente vestiu. Não preciso dizer que Duda quase morreu de tanto rir. HEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHHEEHEHEHEHEHEHHEHEHEHHE!

Porém Duda consolou seu nobre colega pois disse: querido, veja bem, tem homens que tem ao seu lado uma mulher dedicada, independente e que possui uma criatividade impar e zelo sem tamanho, o que você mencionou que deseja, e provavelmente nunca foi valorizada pelo seu homem, a quem dedicou tanto zelo e preparação para que cada encontro de corpos torna –se –ão um momento mágico e único.

Pense nas mulheres que também passam pelo mesmo dilema que você.

Só com um detalhe a mulher que não teme dizer que gosta de transar, que o sexo é importante em sua vida, e que aprecia amar e ser amada, não é bem vista ... E socialmente é subjugada e rotulada como puta.

Enquanto uns desejam uma mulher fogosa outros desprezam e maltratam quando tem o privilégio de encontrar uma em seu caminho, tendo a capacidade de insulta –lá .

Muita injustiça não acham?

Afinal zelo e cuidado são atributos raros e devem ser exaltados e não menosprezado. Sem contar que deve ser incalculável a frustração desta mulher que tudo fez pelo seu amado, planejamento, preparação e depois ouve ou constata desprezo pela parte do seu companheiro, Que equivocadamente s a compara com uma mulher “de vida fácil”

Vida injusta né?

Enquanto uns sonham outros desprezam ....






ps: ESTE TEXTO É DEDICADO A VC NOBRE AMIGO.

Um comentário:

Hakan disse...

o melissa do thınk do ı é succesfulll e tão clevar e tão agradável e assim sweety