quinta-feira, 28 de julho de 2011

CASA DE TOLERÃNCIA...



Maria Eduarda e seu “dedo podre” atacaram novamente até que este relacionamento durou mais do que o normal. Mas ela sofreu pra que a duração fosse maior do que o habitual, somente ela e o Sr. Café sabem disto.

Como tolerar que além de poucas vezes ouvir elogios e todas as vezes que ela merecia os mesmos e ela o fazia para ver se a pessoa se tocava ainda ouvia que era prepotente e metida, mas não entendia que já que não tinha ela mesmo o fazia.

Depois de todas as outras chateações tem mais duas que são as vencedoras, uma que onde já se viu trocar uma mulher como Duda pela oportunidade imperdível de assistir pontualmente todos os capítulos de todas as novelas e programas seqüências da TV.

Ai, então após umas 22h e pouco seria o horário padrão de que ele estaria disponível para poder ver se estaria disponível e possibilitado de ir ao encontro de Duda, tudo como se fosse o sacrifício. Então temos que informar a este cidadão que a fila de pretendentes é gigante e que ela deseja é ser amada e mimada, paparicada sem parecer um sacrifício.

Mas neste momento após o desgaste que tudo isso gerou Duda está querendo férias. Como se não fosse já o bastante, sua avó ficou severamente doente e Duda também ficou convalescente e este cidadão não teve nem a compaixão de vir zelar por ela como ser humano muito mais como alguém que diz ter um carinho íntimo.

Depois desta tenebrosa fase Duda anda querendo tranqüilidade e paz, mas o Sr. Café diz que tudo isso que ela deseja e não têm (paz e tranqüilidade) é por causa da sua beleza associada com sua inteligência e intelectualidade somando com um universo cultural impar além da elegância que fica de brinde para os curiosos de plantão.

Voltando, além do horário de abertura da casa de tolerância: 22h, quando o cidadão começaria a refletir se iria ou não sair de casa para fornecer o privilégio de sua companhia, este não se dava o trabalho de avisar se viria ou não como se fosse obrigação desta estar sempre pronta lhe esperando – como uma babaca!

Agora pensamos: precisa ter outra pessoa para que Duda queira estar longe deste cidadão?Isso tudo porque ela quer casar e ter filhos com ele?

Ou será que ele errou por não saber cativar o carinho e ternura que Duda começou a sentir por ele? Ele foi prepotente e arrogante e achou que uma mulher como ela zelosa e carinhosa, prestativa estava no “papo” e acreditou que ela estava de “quatro” por ele e isso lhe daria o direito de fazer o que ele desejasse.

Porém ele subestimou Duda, sua predisposição e determinação para lutar pelo que deseja mesmo que a priori não seja o que ela havia planejado (o que no caso de Duda isso é um crime enorme). Ela coloca sempre ela em primeiro lugar, não necessariamente passa pelos sentimentos alheios, mas também não se omite para não desagradar o outro. Bom, vamos ver... Se está vez Duda consegue ficar em stand by?






quinta-feira, 21 de julho de 2011

A FALTA DE PACIÊNCIA DE DUDA

 

As coisas andam complicadas na vida de Maria Eduarda, pra variar um pouco, ela anda indecisa pela segunda vez com personagens diferentes sobre estar ao lado de alguém que lhe faz bem, e que provoca nela um delicioso tesão, mas existem vários hábitos e atitudes que desagradam Duda.

Porém ela hoje está numa fase da vida onde existem algumas coisas que se fazem muito importantes e significativas o surgimento destas ações por parte de quem demonstra querer ser e ter cumplicidade com Duda.

Está que é uma mulher elegante e de uma sensualidade impar, com certa independência que muitas vezes assusta hoje se apresenta reflexiva afinal não está totalmente confortável com a atual situação que vive.

O Sr. Café se apresenta muito temeroso porque conhece sua grande e inseparável amiga e quando ela começa a pensar é como o ditado popular: onde há fumaça há fogo, ou seja, se muito se reflete é porque tem algo que não está agradando.

Porém como Duda acredita que todos têm direito a uma segunda chance e ninguém é adivinho, precisamos colocar para o outro o que faz bem e o que não agrada. Mas quando observamos que o que tem sido conversado não tem sido compreendido da forma como deveria.

Mas como bom conselheiro que o Sr. Café é e tem sido durante estes últimos tempos o tempo irá fazer os caminhos permanecerem juntos ou cada um seguir seu caminho sem precisar romper está ligação com certa intimidade de forma ríspida e deselegante.   

Agora é só aguardar para certificar-se dos resultados.

segunda-feira, 27 de junho de 2011



MARIA EDUARDA E MARIA EUGÊNIA

Maria Eduarda andou meio enfezada e brava, pois ela tem tido muito ciúmes de seu namorado, curioso pra quem passou tanto tempo solteira e sem se vincular a ninguém exceto quando havia razão para tal vínculo.
Primeiro gostaria de deixar bem claro quem está mulher ousada e independente conseguiu achar alguém que descongelasse seu coração que andava muito enrijecido pelo gelo, hoje este se encontra cheio de calor mesmo a temperatura de inverno rigoroso tem sido muito além do esperado.
Maria Eduarda hoje tem tido duas grandes rivais, uma a televisão e principalmente os programas de humor e outra é a Maria Eugênia (nome dado para o GPS do carro do seu namorado).
Certo dia foi fazer um passeio para ver uma exposição de carros antigos considerada a maior e melhor do país, como a cidade onde estava se realizando o evento era muito conhecida de Duda.
Como o trajeto não era familiar ao namorado de Duda, mas era familiar a Duda afinal a região foi um lugar onde ela freqüentou durante muito tempo, infância e adolescência quase que sagradamente todos os finais de semana ela e sua família se dirigirão para a região na qual estava se realizando a exposição de carros antigos.
Pelo sim e pelo não o namorado de Duda resolveu levar junto deles na viagem o GPS – que foi nomeado por Maria Eduarda de Maria Eugênia, como Duda tem ascendência lusitana Maria Eugênia é para homenagear o lado lusitano e atrapalhado de Duda.
Para aliviar a tensão da neblina na estrada e a chuva que veio completar o cenário perfeito, Duda começou a tentar antecipar o que Maria Eugênia provavelmente falaria tendo chegado ao ponto dela ficar rouca, afinal como concorrer com uma máquina?
Mas o objetivo de Duda foi alcançado, o namorado ela e o filho do mesmo chegaram a chorar de tanto rir, Duda estava inspirada e seus relatos extremamente caricaturados e encharcados de bom humor fez o tempo passar num piscar de olhos.
Esta aventura deste trio tem grandes boas marcas: boas risadas, chuva inesperada, porém tenho que anunciar a pedido do Sr. Café que esteve observando como eles se divertiam e como fazia tempo que ele não via sua grande amiga tão levemente feliz e realizada, este é o começo dos relatos bem humorados da nossa heroína que também tem seu lado espalhafatoso e atrapalhado.                                                          

terça-feira, 21 de junho de 2011

CENA HILÁRIA



Maria Eduarda estava indo pra Praia Grande – SP visitar uns familiares e foi junto com seu atual e esperado namorado, que conseguem respeitar o espaço de cada um pela primeira vez ela está namorando e não se sente presa e nem sufocada, mesmo eles se vendo quase todos os dias, só não se vêem quando há algum problema de trabalho que precisa ser solucionado tanto por ela como por ele.

Este é um acordo que eles fizeram afinal ambos são muito rigorosos e responsáveis quando o assunto é trabalho. Retomando a cena hilária, Duda e seu amor estavam descendo pra baixada e de repente no meio da estrada eles se entreolharam e foi como se desse um tuin tuin e ele parou o carro e Duda e ele tornaram – se um, fizeram sexo selvagem e continuaram a viagem.

Depois de passarem pelo pedágio ele olhou para ela e ela começou a abrir a calça dele novamente, pois ela estava relativamente tarada neste dia, como a velocidade do carro diminuiu, ela imaginou que podia rolar novamente, ele virou e disse: amor, perdão, mas vou parar para ir ao banheiro...

Ela não resistiu e começou a rir ele mal conseguia urinar porque também estava rindo pela situação constrangedora e engraçada que eles se encontravam. Quando ele retornou ao carro olhou para ela e a beijou demoradamente e pediu desculpas pela deselegância, logo prometeu que assim que chegasse ele compensaria...

Quando Duda relatou o fato para o Sr. Café o seu caríssimo amigo não resistiu e disse: pelo menos ele não mijou na sua frente numa garrafa pet, pense seria pior. Quando dizem que a lei de Murphy não falha, se a situação está péssima nunca creia que pior não pode ficar, pois pode e provavelmente ficará.

O Sr. Café riu tanto quando Duda lhe contou, não somente pelo relato mais pela fisionomia de constrangimento que Duda demonstrava e ele imaginou como ela ficou sem graça na hora H.




quarta-feira, 18 de maio de 2011

DUDA ESTÁ DE VOLTA!




Nossa querida heroína pede perdão pela sua ausência ... Sua vida teve muitas mudanças que iremos contando aos poucos.

Tanto com um reconhecimento profissional além do esperado por ela, como na sua vida pessoal onde hoje ela torna-se uma pessoa multi-task, mais do que ela já executava anteriormente.

Hoje ela cuida e zela por seu auto-desenvolvimento profissional, e seus hobbies de leitura, auxilia sua cunhada com os preparativos para o nascimento da sua primeira sobrinha, onde tem o habito de dizer que ela é uma tia-mãe, cuidados com sua casa, desde compras como afazeres domésticos que tomam o tempo dela, além das lindíssimas recepções de amigos e amigas que hoje faz gosto de receber e como boa anfitriã faz tudo com muito carinho e zelo.

Mas temos certeza que vocês iram adorar as novas aventuras de Duda e o Sr. Café! Está foi apenas uma previa que fornecemos para dar um pouco de água na boca e despertar a curiosidade de quem mesmo a distancia acompanha as peripécias de Duda e Sr. Café



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MARIA EDUARDA EM SUA NOVA VERSÃO






Maria Eduarda começou o ano com um pique maior do que o seu “normal”, todos os dias sagradamente ela sai antes do trabalho para caminhar 10 km, tem dia que ela acorda antes das galinhas, para ter tempo de voltar a sua casa e conseguir tomar um banho relaxante e vai trabalhar com mais disposição.

Num desses dias ela acabou sendo surpreendida, primeiro explicarei como Duda caminha: com roupa de ginástica, e fone de ouvido ouvindo e interagindo com a música. Mas ela ficou irritada quando certo conhecido a avistou caminhando e não conseguiu ser elegante e discreto.

Esse infeliz cidadão gritava o nome de Duda, e ela não agüentou e desprezou o indiscreto colega ele não resistindo acabou pegando o carro e foi ao alcance dela, chegando a virar todo seu tronco e dirigindo pronunciou de forma alta e incisiva o nome dela, por um milésimo de segundo e por benevolência divina ele não causa um acidente.

Um detalhe que não mencionei, Duda caminha numa pista própria para caminhada que se localiza numa avenida movimentada. Para piorar a historia, esse ser foi até os conhecidos dele e de Duda e contou que ela caminha, onde , como se veste e que ao invés de caminhar ela desfila, e outros comentários que prefiro não descrevê-los afinal não é elegante e Duda presa a elegância e delicadeza.

Por mais esdrúxulo que seja tudo descrito acima ainda tem mais, Duda ainda caminhava e o Sr. Café liga para ela e comenta que ela ta sendo citada como se fosse um pedaço de picanha maturada.

Duda fica tão indignada, mas também vindo dos colegas que vieram ela não poderia e nem deveria esperar muito além do que ocorreu. Afinal ela se recordou ao conversar com o Sr.Café que as garotas de vida fácil que atraem estes colegas em geral usam este vestuário.

“Cada um dá aquilo que tem” – ditado popular, como poder exigir tratamento devido a bárbaros que ainda arrastam suas “fêmeas” pelo cabelo quando desejam copular.

Não tem como não achar grosseiro e grotesco o que Duda teve que vivenciar, isso deixou o Sr. Café vermelho de raiva e com todos os seus piores instintos aflorados. Mas ele se conteve porque sabe que sua amada – heroína – amiga ficaria desapontada com a forma rude de responder a quem não merece tanta consideração.

Afinal o desprezo dói!




sábado, 8 de janeiro de 2011

DÚVIDA: INVISIVÉL X INACESSIVÉL



Vamos nós em mais um dilema de Duda, ela como sempre lindíssima, sedutora, inteligente audaciosa, vive sendo cobiçada e cantada através de olhares e pequenas e pobres cantadas, mas quando chega na hora de um destes homens tomarem atitude tudo fica no ar.

Isso além de irritar muito nossa heroína também faz com que ela desacredite nestes que ficam rodeando e não consegue tomar atitude nenhuma, que tenha sofisticação, sedução e que consiga surpreender positivamente ela que anda tão desconfiada.

Usando uma metáfora, que não é exagerada, mas realista, Duda está para Afrodite, assim como os homens (bundões) estão para um mortal que por ordem de Zeus não pode viver nada mais que um flerte sem poder concretizar um relacionamento sério e maduro com Afrodite.

O Sr. Café sente-se angustiado, justamente porque ele sabe que nada pode fazer, a raridade da natureza sedutora e charmosa de Duda é algo que é para poucos, tem que ter atributos que façam Maria Eduarda se encantar e por conseqüência fazer o conto de fadas se concretizar. O mínimo que uma mulher como ela merece.

Mas a burrice impera e eles ao invés de promover a singeleza e delicadeza, acabam sendo diretos e a credibilidade deles com Duda nunca se torna existente. Como se Maria Eduarda deixasse homens barbados e maduros intimidados e temerosos pela forma como ela encara a vida.

Uma pena! Afinal são eles que perdem ou perderam a oportunidade de ter ao seu lado uma mulher sensacional, que tudo que ela toca vira ouro.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

MARIA EDUARDA E SUAS PERIPÉRCIAS




Recentemente Duda foi a um bar de motociclistas onde o ritmo que prevalece é o rock `n roll, e certo rapaz se aproximou dela querendo cantá-la e demonstrando que ele era o “cara” afinal fumava cachimbo.

Mas como não é segredo, Duda é uma eximia degustadora de cachimbo, onde o faz com charme e sensualidade mesmo sendo um hábito do universo preconceituoso masculino.

Conversa vai conversa vem, Maria Eduarda com toda sua expansividade acaba descobrindo que este ser repugnante além de não saber degustar é um porco nojento que fica guspindo a cada baforada que realiza. Como também toma conhecimento que este ser repugnante mistura tabaco com orégano e temperos culinários.

Como seria impossível deixar passar em branco Duda detonou este ser vivente, principalmente porque ele veio criticar e questionar a não habilidade de Duda em degustar seu parceiro de horas difíceis – tabaco com blend importado.

Não poderia ser diferente, exceto pelo fato de Duda ter o total apoio de seu inigualável e adorado Sr.Café.






sábado, 13 de novembro de 2010

DUDA E SUAS VIVÊNCIAS



Maria Eduarda está cada dia mais estonteante e charmosa, porém a cada dia que passa ela se torna mais exigente e por conta da sua sofisticação nata e sua capacidade de por onde passa exalar um perfume próprio, que tudo que ela faz ou toca acaba tendo um tom de sensualidade sem vulgaridade.

Como não poderia deixar de ser, Duda deixa todos extasiados e sua presença torna-se polêmica e sem duvida fundamental para alguns “rapazes” que mesmo longe do coração a presença de Duda é essencial para que o ar se torne mais perfumado e o prazer prolongado, mesmo que seja tudo utópico.

O Sr. Café sabia que não poderia esperar mais de sua amiga afinal não é de hoje que sua presença é tão questionada e desejada. Porém como ele mesmo diz: Duda antes você pelo menos pegava um “resfriado” hoje nem mais isso você se permite...

Recentemente Duda se aventurou e saiu na noite paulistana, sozinha vestida pra matar simples e provocante. Sentou numa mesa de um barzinho que tocava MPB, pediu uma água com gelo e limão, e ficou a se deliciar com as musicas e seu novo estado de espírito – sereno.

Mas tinha que algo acontecer pra tornar esta saída de Duda inesquecível, nada mais que doze homens de idades diversas se aproximaram dela para tentar seduzi-la o mais curioso é que nenhum agradou nossa digníssima e exigente “Hilda – furacão”. Além do fato que Maria Eduarda queria nada mais nada menos que ficar consigo mesma.

Era um momento minhoca, totalmente egocêntrico e onde o prazer era estar com a melhor companhia do mundo: Duda, claro que depois ela fez questão de partilhar com seu nobre e fiel amigo suas novas descobertas e curiosas perturbações sociais.

Como diz uma conhecida de Duda: “você é uma pessoa nova de idade, mas com hábitos e comportamentos velhos para sua idade.” O que ela justifica ser o ponto culminante que faça uma mulher linda, sensual, inteligente, cheia de qualidades e com um temperamento rígido e difícil, permanecer solitária por tanto tempo.

E a cada dia que passa faz parecer mais complexo Duda tolerar e encontrar quem lhe complete, porque pretendentes ela sempre teve e parece que com o passar dos dias tem aumentado. O que parece bizarro tantos homens aos seus pés e nenhum consegue preencher os requisitos para fazer o coração de Duda bater mais forte e permitir que ela loucuras venha ela realizar.

domingo, 1 de agosto de 2010

BAILANDO COM DUDA

Depois de muito tempo Maria Eduarda foi numa balada temática dos anos 50 e 60. E como mais um dos atrativos eles oferecem uns 30 mim de aula de rock a Billy, tecnicamente Duda estava com um de seus fãs e logo se manifestou dizendo que não iria dançar na aula.
Este cavaleiro sem noção deixou ela que estava lindíssima e provocante, num vestido preto com um decote de deixar qualquer macho de queixo caído, e por cima como um adereço charmoso ela usava um chalé rosa Pink com uma sandália de salto alto cheia de detalhes finos e delicados.
Quando repentinamente surge do nada um homem que solicita Duda como companheira pra fazer esta aula de dança. O fã de Maria Eduarda fechou a cara e se pudesse teria fuzilado o individuo.
Claro que pós – aula de dança o fã ficou marcando território junto de Duda, mas o grande erro deste ser, é que pós encontro com Duda ele a deixa solta como um pássaro. Como fazer isso se ela já nas suas proximidades acaba atraindo dezenas de olhares, oh erro fatal.
O que Duda deve fazer?
Permanecer saindo com este afinal ele pode perceber que está errando e tentar corrigir, ou continua sendo ela até que seu verdadeiro amor apareça e lhe deixe sem ar.
O Sr. Café é a favor da segunda opção, ou melhor, dela se divertir com os errados, sem vincular de mais para que possa escapar quando achar quem procura. Ruindade? Insanidade? Ou astucia?

quarta-feira, 14 de julho de 2010


CUPIDO FLECHOU MARIA EDUARDA

O Sr. Café nunca esteve tão radiante, afinal parece que sua querida amiga reaprendeu a amar, ou voltou a permitir que as pessoas venham a se aproximar dela.
Mesmo que neste caso o cara que promoveu tamanha comoção nesta mulher durona e inabalável nestes últimos tempos. Este sujeito consegue promover suspiros e uma empolgação que dava gosto de ver.
Hoje Duda se empolga com as pequenas singelezas que a vida anda oferencedo a ela, e para quem sempre demonstrava certa aversão a uma companhia que pudesse vir a cercear a liberdade dela.
Alem do fato dela ter literalmente deixado a obsessão que ela tinha por um relacionamento que ela tivera e fracassou, mas todos os homens que ela conhecia sempre havia uma comparação inevitável com os comportamentos inconvenientes deste que ela sempre verbalizava que era o seu grande amor.
Mas não creio que fosse apenas um pé na bunda, junto com um orgulho ferido, porque não dizer que havia uma frustração e a falta de ter alguém que chegasse a ser superior quanto às falhas que este “amor fracassado” outrora despertava em Duda.
A única justificativa só pode ser que certamente Duda fora atingida pelo cupido que antes estava de férias ou adormecido.

quinta-feira, 1 de julho de 2010


A VOLTA TRIUNFANTE DE MARIA EDUARDA

Para Duda os últimos meses foram transformadores e de revigorante, hoje ao olhar para Maria Eduarda podemos ver não só uma mulher que sabe o que quer juntamente com uma vivacidade impar.
Que contagia a todos por onde ela passa. O Sr. Café está tão orgulhoso da sua discípula que ele anda sorrindo a toa. Mas ele também teve momentos de muita preocupação quando ela decidiu sua reformulação interna e externa ele temia que ela se isolasse do mundo.
Porem quase que isso acontece, mas Duda fez tudo tão planejado que só poderia ser um sucesso. Mesmo que pelo olhar alheio ela estava se perdendo ela sabia que era necessário voltar-se pra dentro de si, onde arranjaria forças pra suas novas batalhas.
Algumas marcas ficaram, pois Duda quando decidiu e determinou suas mudanças ela chegou próximo de quem ela considerava e comunicou e para seu espanto 70% ou mais não tiveram a hombridade de apóia –lá e muito menos imaginou que um destes “amigos” desejaram sua morte, entre outros absurdos que ela teve que ouvir e conviver.
Familiares então a deixaram só onde ela mais precisava do apoio, porem quando as mudanças começaram a ser visíveis e passiveis de elogio e comentários sobre a garra e determinação de Duda, curiosamente tomaram pra si estes que pertencia apenas a nossa heroína.
Mas as magoas não fizeram com que a força de Duda diminuísse hoje ela se encontra mais seletiva e isso facilita a escolha de suas companhias. E isso a deixa mais determinada e confiante que sua forma de realizar as coisas foi à melhor possível.
Força Duda!

terça-feira, 20 de abril de 2010



DUDA CHORA...

Maria Eduarda anda muito emotiva e chorona, desde o fim do ano passado ela sente-se concretamente abandonada por seus familiares. Principalmente por um de seus irmãos que outrora havia prometido que sempre estaria ao lado dela.
Mas por sua infelicidade ele acabou de casar-se com uma vagabunda que somente fez com que ele se se afasta dela a cada dia desde o anuncio do noivado.
E neste começo de ano, onde foi mais difícil aprender a viver sozinha sem seus irmãos e nem seus pais que definitivamente mudaram para o interior de SP, este irmão que é o único que também reside na mesma cidade, infelizmente mal se falam e se vêem apenas em reuniões tradicionais de família.
O vazio que Maria Eduarda vivencia sobre o abandono familiar, mesmo tendo amigos hiper, mega presentes como o Sr. Café. Neste ultimo fim de semana, Duda foi visitar seus pais e um de seus irmãos.
Porem a convivência nunca foi amigável e quanto mais quando seu irmão caçula fez a gentileza de ceder à própria cama pra que a cunhada ficasse mais a vontade. O que doeu tanto porque em outras vezes que Duda foi pra lá sua visita não pareceu ser tão importante como o da vagabunda.
E os eventos foram aumentando e se acumulando e parecia que sua presença era apenas por protocolo e não que fosse um desejo de seus familiares e que estes sentem falta etc.
O Sr. café nada pode fazer a não ser ouvir e dar seu precioso e largo ombro pra sua admirável amiga lamentar sua falta de compreensão familiar.

domingo, 4 de abril de 2010



VISITA ILUSTRE ...

Maria Eduarda contrariada foi passar o feriado da páscoa com seus pais mas para sua surpresa a convivência foi pacifica e deliciosamente bem aproveitada por ela e ao que parece por todos.
Um dia antes Duda estava nos seus dias de tédio e solidão, onde tudo veio à tona, o porquê ela hoje mora sozinha, o sentimento de abandono que ela vivencia, a sensação de desprezo e insignificância quanto sua pessoa na vida dos seus entes que são tão preciosos e queridos.
Mas está visita de Duda os seus pais tinha ar de intimidade, com cheiro de elegância e um aroma de “ser especial”. Duda ainda acredita estar sonhando, por mais que o Sr café tenta mostrar que a distancia fez Duda sofrer mas eles também sofreram com a “não” presença sempre marcante e muitas vezes irritante desta mulher cheia de qualidades e que muitas vezes as qualidades mais louváveis pra ela, era o que afastava Duda dos seus queridos familiares.
Estes que ela sempre deixou claro que matava e morria por eles, que deixava sua vida pra permitir que um deles vivesse. Como sempre Duda se apresenta passional e intensa, quantas vezes ela não verbalizou e por conseqüência assustou e afastou estes que são pra ela tão preciosos.
O coração de Maria Eduarda vibra de alegria, por ter percebido que também é especial para os seus familiares, a importância desta constatação neste momento se faz demais importante onde sua vida tem saído dos eixos, por ela não conseguir suportar tamanha solidão e a sensação de abandono que invade o seu ser .
Racionalmente ela compreende que cada um está em busca das suas realizações e sonhos mas a vilã da historia é um sentimento que chega sem pedir licença e visita Duda quando ela menos espera.
Infelizmente até a vida profissional de Duda, o que ela sempre zelou e encaminhou de forma coerente e de forma competente ao extremo, está sendo abalada por este vilão que insiste em permanecer junto dela.
A grande pena é que por mais que o Sr. café deseja ele não é onipresente e nem onisciente, mas ele se desdobra e o que hoje falta pra Duda é a companhia dos seus familiares. Só resta esperar ...

segunda-feira, 22 de março de 2010



MARIA EDUARDA E SUAS LÁGRIMAS

Oh, mulher que tem lagrimas, o rosto de Duda hoje é quase uma cachoeira de tantas lagrimas que vertem sobre seu rosto, infelizmente são lagrimas de tristeza e de muita dor.
Dor de decepção e frustração, como se Duda tivesse sido apunhalada pelas costas, mas o Sr. café estava lá para amparar, amigo como esse não existe. Só que desta vez ele ficou indignado e depois quando foi fazer um chá de camomila pra acalmar sua amada, se trancou no banheiro e chorava de soluçar por ver quem ele tanto ama e admira sendo pisada de forma cruel e irracional.
O desejo do Sr. café era de ir pra cima deste que fizera sua amada Duda verter tantas águas quanto à margem de um rio, por mais palhaçadas que o Sr. café fazia nada trazia de novo o sorriso de Duda que sempre foi tão cativante, como uma marca registrada.
Um rosto tão belo e singelo encharcado de lagrimas e por resultado seus olhos ficavam avermelhados e inchados. A cada soluço de Duda, a mão do Sr café ia se fechando e seu autocontrole foi se esvaindo ladeira abaixo.
Como a mão fechada ele disfarçadamente socava a mesa onde os eternos amigos estavam reunidos para mais uma vez trocar confidencias. Repentinamente a mesa trincou por tamanha força dispensada pelo inconformado amigo – Sr café.

sexta-feira, 19 de março de 2010



CURIOSIDADE OU BIZARRICE ?

Há alguns anos Maria Eduarda teve um relacionamento amoroso que quase tomou direções mais sérias e compromissoras. Mas infelizmente ela verbalizava que não estava mais apegada a este que lhe foi muito querido, porém no fundo ela passou muito tempo esperando que este ressurgisse das cinzas.
Nem tudo acontece como desejamos, a opinião do Sr. café sobre este projeto de homem não era nada do que a amada amiga sonhava e imaginava que fosse. A falta de caráter sempre foi um marco deste que se denominava como homem de “H” maiúsculo.
Algo curioso que Duda nunca reparava que desde que ela esteve afastada do cafajeste a vida dela profissional sempre fluía de forma esperada. E quando ele reaparecia via email ou telefonema ou pessoalmente aprece que Duda emburrecia e sua produção também tinham suas recaídas.
Quantas oportunidades Maria Eduarda perdeu por não valorizar quem de fato a queria bem e admirava seu esforço e suas conquistas eram fonte inspiradora? Quantas pessoas vibram sem uma gota se quer de inveja sobre o sucesso do outro?
Porém quem Duda ficou emburrecidamente apaixonada não suportava ter que conviver com uma mulher linda, segura, independente e com o sucesso cada dia mais perto dela. Podemos dizer que este infeliz nunca a amou e sim achou que poderia usufruir das dezenas de qualidades e aproveitar para si próprio os networks desta que ele diz amar e que não consegue se separar.
Como se diz que ama e não consegue assumir este sentimento tão belo e nobre que diz ter. Curioso que este amor é tão inteligente que ciclicamente sabe a época certa de ir ao encontro de Duda (ou seja a cada 3 meses aproximadamente)
Mas hoje é um dia de comemoração pois depois de três anos de separação, Duda conseguiu não se render e nem ceder ao doce e meigo apelo deste homem que fala tanto e faz pouco.
Sr. café hoje chora de tanta alegria por ver que sua amada tendo força e coragem de dizer sim pra própria felicidade e deixar os sonhos transviados de lado. Diríamos que é a porcaria da carência que faz a mulher idealizar uma voz doce e suave que diz frases feitas e deliciosas de se ouvir, mas que o que é dito não pode ser escrito.
Duda hoje pode soltar fogos e olhar a lua sem chorar, mas sim apreciar sua companheira de luto. Porque era pra d. lua que Duda pedia que levasse um beijo ao seu homem idealizado. Que não era nada mais do que um homem – camaleão (ou homem – ator) que se veste de acordo com o personagem do momento..

quinta-feira, 18 de março de 2010



O RETRONO DA DEUSA : MARIA EDUARDA

Depois de uma longa e terrível ausência por motivos de força maior afinal a mama de Maria Eduarda estava passando por um período de mudanças e mudanças muito complexas.Considerem a mama de Maria Eduarda está que vos escreve.
Mas neste período de muitas reflexões Maria Eduarda se permitiu avaliar seus sonhos e desejos ir em busca de como realizá-los com o menor tempo possível. As decisões que Duda tomou são decisões deveras importantes e que irão afetar a forma como os outros irão ir ao encontro de Duda.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010



A MESMA PESSOA E DUAS OPINIÕES DISTINTAS

Nesta virada do ano novamente Maria Eduarda teve um gesto carinhoso do destino para aliviar um pouco da sua auto – culpa. Que favorece sua rigidez interna, sentou-se na mesa próxima de Duda uma família cujo patriarca era de uma sensibilidade e carinho impar.
Que somente de observar o comportamento de Maria Eduarda junto com seus pais no jantar numa churrascaria para celebrar a virada do ano. O mais curioso alem da sensibilidade de observar que ela fotografou-se para não atrapalhar e nem ter que incomodar quem não aprecia fotografia.
Pequenos momentos onde Duda foi recriminada por seus progenitores, sua risada alta onde sua mãe diz ser forçada e que é a forma que ela tem de chamar a atenção. Seu bom humor e sua expressividade no falar e contar fatos.
Mas também este patriarca teve a gentileza de elogiar sem grandes interesses até porque também estava acompanhado por sua família, mas este observou como foi tão estranho um homem e duas mulheres sendo que estes mal conversavam: o patriarca de cabelos brancos como a neve pediu desculpas mas disse que parecia que Duda era a esposa do seu pai e sua mãe a amante e ela a boba que estava sendo traída na cara dura e ainda sorrindo.
O Sr. café havia dito que seria deprimente pois os pais de Duda são muito bizarros e tem suas crenças irracionais e criaram um mundinho paralelo onde quem não se encaixa, não é boa gente.
Esta passagem de ano parecia um velório, naquele momento cansativo que um ser começa a contar piadas pra descontrair o ambiente que não tem como ser melhor. O jantar também não tinha como ser animado, o pai de Duda invocava com todos os garçons e o que não fizeram ou o porquê fizeram mas fizeram tudo errado.
A mãe de Maria Eduarda ficou “passando mal” por que comeu o que não cai bem, ai a pergunta por que comeu ? Mas outra pergunta que não pode faltar porque toda data comemorativa a mãe de Duda tem mal estares ligado com sua saúde física aparente, será que não é ela que sempre está querendo chamar a atenção?
Mas claro que o que atrapalha é o desejo de Duda de fumar cachimbo e isso que é chamar a atenção pra si, se não fosse pelo gentil e sensível patriarca de cabelos cor de neve a entrada de ano de Duda teria sido caótica.
Maria Eduarda nunca se anulou tanto como fez nesta virada de ano, não degustou tabaco como tem sido de praxe, não riu e distraiu , falou asneiras, voltou cedo pra casa e claro foi ver TV , ler , e jogar seus joguinhos no celular (seu novo hábito).
Poderíamos comparar está ultima semana de Duda que esteve na casa dos seus pais como a princesa Rapunzel que ficou presa durante anos, depois ainda Duda é a culpada de ser individualista e cruel. Onde estes que a conhecem (ou deveriam) tem tido sensibilidade e gratidão por está que se anulou para estar junto de quem não quer viver neste mundo?
O Sr. café disse pra Duda: “querida, pense que é um sinal que tudo será diferente neste ano que se inicia!” Este pensamento é o que conforta Duda.

terça-feira, 10 de novembro de 2009



MARIA EDUARDA E MAIS UMA REFORMA INTERNA

Como sempre Maria Eduarda se mostra uma mulher corajosa e com um “eu” extremamente crítico e exigente, recentemente ela veio a ter um mal estar e fez com que ela repensasse algumas escolhas e porque não, algumas companhias que fazem parte do universo de Duda.
O Sr café anda saltitante e orgulhoso porque tem visto sua querida amiga selecionar e segregar quem não lhe faça bem. Tudo peca muito porque tem um coração muito piedoso e sua caridade muitas vezes é confundida com imaturidade, e genuinamente acaba sendo ludibriada e magoada com a falta de humanidade e respeito dos quem Duda confiou e um dia amou.
Para o Sr. café esse novo momento de vida tem sido uma vitoria porque ele muitas vezes acolheu e ouviu sua querida amiga se banhar de tanto chorar por mais uma vez ter sido traída pelo destino, causa: 90% safadeza humana e 10% coisas invitáveis.
Como foi difícil e dolorido para o Sr. café ver sua cara e amada amiga sofrendo e não poderia interferir porque o direito de escolha é pessoal e intransferível. Afinal a sabedoria que o Sr. café tem no acumulado dos anos é que cada um tem direito de escolher e o direito de aprender com o fracasso ou não das suas escolhas.
Mas quando um amigo sofre, sofremos também mas calados porque este amigo precisa de segurança e de colo, uma pessoa fragilizada não consegue fornecer acalanto necessário para que Duda pudesse superar estas situações tão complexas.
Como o Sr. café sofreu nestes últimos tempos por ver Duda tão amarga e infeliz, onde nada fazia ela feliz. Mas o chorar calado foi uma enorme prova de amizade e de amor que o Sr. café forneceu para sua amiga que acreditou nela mesmo ela não acreditando em si mesma e muitas vezes expressou o desejo de desistir de tudo.
Mas o Sr café teve também que ser forte e impedir o lado paternal dele não se expressar, porque quantas vezes ele não quis interferir nas decisões de Maria Eduarda, como otimista que sempre foi ele precisava acreditar na capacidade de sua amada.
Ele foi fiel ! Para com as convicções incontestáveis sobre esta mulher tão admirada e desejada mas por quem teve sempre uma amizade inabalável. Assim como o amor de com um pai/mãe para com um filho.
Que mulher ... Sempre nos surpreende através dos mais singelos e tolos acontecimentos fazem com que ela reflita sobre sua coexistência no mundo.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009



UMA APARIÇÃO INUSITADA

Maria Eduarda está toda abobada recentemente conheceu um homem pela rede internacional de computadores, que deixa Duda toda intrigada parece o lado masculino dela.
Tantas semelhanças que ate deixaram Maria Eduarda entusiasmada , e muito pensativa porque ela às vezes acha que é uma pegadinha, não parece realidade mas no fundo ela sabe que é.
Sr. café começou a demonstrar ciúmes porque este “pretendente” também tem hábitos muito refinados e um deles apreciar um bom vinho tinto, boa Cia ,musica, também gosta de degustar charuto – e entende de como faze –lo.
O candidato a pretendente de Maria Eduarda logo foi desencantado, como sempre o Sr café tinha razão. Porque no segundo encontro deles pela rede mundial de computadores de cavaleiro e homem garboso ele se tornou um homem vulgar e frio que só queria “comer” está adorável e meiga mulher, como ele mesmo definiu.
Porém este encontro foi tão frustrante e ridículo que chegou ao ponto de os dois ficarem minutos a fio sem ter o que dizer. Como foi detestável porque Duda esperou este encontro virtual durante o dia todo de forma ansiosa e empolgada.
Mas como seu amigo “alegre” sempre diz:” encontros virtuais são apenas para ter uma boa foda !”
Grande erro de Maria Eduarda é que ela procura um verdadeiro amor, quem faça o coração dela bater mais forte e pela internet tudo pode ser forjado. Tola e linda Duda ainda acredita em contos de fadas, menos mal pois ela já esteve amarga como fora apelidada: “devoradora de homens”.
Força ... Tenha fé talvez à próxima investida ela tenha mais sorte .... Coragem.